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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Depoimento de José de Alencar - Um Grande Homem


Imagens do Google


Ser mais mais H U M I L D E faz parte do processo. Um aprendizado, este depoimento! "Estou preparado para a morte" Na semana passada, o vice-presidente da República, José Alencar, de 77 anos, deu início a mais uma batalha contra o câncer. É o 11º tratamento ao qual ele se submete na tentativa de controlar o sarcoma, um câncer agressivo e recidivo, diagnosticado pela primeira vez em 2006. A abordagem de agora consiste em quatro sessões semanais de quimioterapia. A químio foi decidida pelos médicos uma vez que o câncer de Alencar, com vários nódulos na região do abdômen, não respondeu a uma medicação ainda em fase experimental, em testes no hospital MD Anderson, centro de excelência em pesquisas oncológicas, nos Estados Unidos. Desde o início desse tratamento, em maio, o sarcoma cresceu cerca de 30%. A químio é uma tentativa de conter o alastramento do tumor. Visivelmente abatido, quase 10 quilos mais magro, Alencar recebeu a repórter Adriana Dias Lopes na sala 215 do Centro de Oncologia do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, enquanto passava pela primeira sessão de químio. O encontro durou cerca de uma hora. Nos primeiros dez minutos, o vice-presidente comeu dois hambúrgueres e tomou um copo de leite. Alencar chorou duas vezes. Ao falar de seus pais e da humildade, a virtude que, segundo ele, a doença lhe ensinou. Como o senhor está se sentindo? Está tudo ótimo: pressão, temperatura, coração e memória. Tenho apetite, inclusive só não como torresmo porque não me servem. O meu problema é o tumor. Tenho consciência de que o quadro é, no mínimo, dificílimo – para não dizer impossível, sob o ponto de vista médico. Mas, como para Deus nada é impossível, estou entregue em Suas mãos. Desde quando o senhor sabe que, do ponto de vista médico, sua doença é incurável? Os médicos chegaram a essa conclusão há uns dois anos e logo me contaram. E não poderia ser diferente, pois sempre pedi para estar plenamente informado. A informação me tranquiliza. Ela me dá armas para lutar. Sinto a obrigação de ser absolutamente transparente quando me refiro à doença em público – ninguém tem nada a ver com o câncer do José Alencar, mas com o câncer do vice-presidente, sim. Um homem público com cargo eletivo não se pertence.. O senhor costuma usar o futebol como metáfora para explicar a sua luta contra a doença. Certa vez, disse que estava ganhando de 1 a 0. De outra, que estava empatado. E, agora, qual é o placar? Olha, depois de todas as cirurgias pelas quais passei nos últimos anos, agora me sinto debilitado para viver o momento mais prazeroso de uma partida: vibrar quando faço um gol. Não tenho mais forças para subir no alambrado e festejar. Como a doença alterou a sua rotina? Mineiro costuma avaliar uma determinada situação dizendo que "o trem está bom ou ruim". O trem está ficando feio para o meu lado. Minha vida começou a mudar nos últimos meses. Ando cansado. O tratamento que eu fiz nos Estados Unidos me deu essa canseira. Ando um pouco e já me canso. Outro fato que mudou drasticamente minha rotina foi a colostomia (desvio do intestino para uma saída aberta na lateral da barriga, onde são colocadas bolsas plásticas), herança da última cirurgia, em julho. Faço o máximo de esforço para trabalhar normalmente. O trabalho me dá a sensação de cumprir com meu dever. Mas, às vezes, preciso de ajuda. Tenho a minha mulher, Mariza, e a Jaciara (enfermeira da Presidência da República) para me auxiliarem com a colostomia. Quando, por algum motivo, elas não podem me acompanhar, recorro a outros dois enfermeiros, o Márcio e o Dirceu. Sou atendido por eles no próprio gabinete. Se estou em uma reunião, por exemplo, digo que vou ao banheiro, chamo um deles e o que tem de ser feito é feito e pronto. Sem drama nenhum. O senhor não passa por momentos de angústia? Você deveria me perguntar se eu sei o que é angústia. Eu lhe responderia o seguinte: desconheço esse sentimento. Nunca tive isso. Desde pequeno sou assim, e não é a doença que vai mudar isso. O agravamento da doença lhe trouxe algum tipo de reflexão? A doença me ensinou a ser mais humilde. Especialmente, depois da colostomia. A todo momento, peço a Deus para me conceder a graça da humildade. E Ele tem sido generoso comigo. Eu precisava disso em minha vida. Sempre fui um atrevido. Se não o fosse, não teria construído o que construí e não teria entrado na política. É penoso para o senhor praticar a humildade? Não, porque a humildade se desenvolve naturalmente no sofrimento. Sou obrigado a me adaptar a uma realidade em que dependo de outras pessoas para executar tarefas básicas. Pouco adianta eu ficar nervoso com determinadas limitações. Uma das lições da humildade foi perceber que existem pessoas muito mais elevadas do que eu, como os profissionais de saúde que cuidam de mim. Isso vale tanto para os médicos Paulo Hoff, Roberto Kalil, Raul Cutait e Miguel Srougi quanto para os enfermeiros e auxiliares de enfermagem anônimos que me assistem. Cheguei à conclusão de que o que eu faço profissionalmente tem menos importância do que o que eles fazem. Isso porque meu trabalho quase não tem efeito direto sobre o próximo. Pensando bem, o sofrimento é enriquecedor. Essa sua consideração não seria uma forma de se preparar para a morte? Provavelmente, sim. Quando eu era menino, tinha uma professora que repetia a seguinte oração: "Livrai-nos da morte repentina". O que significa isso? Significa que a morte consciente é melhor do que a repentina. Ela nos dá a oportunidade de refletir. O senhor tem medo da morte? Estou preparado para a morte como nunca estive nos últimos tempos. A morte para mim hoje seria um prêmio. Tornei-me uma pessoa muito melhor. Isso não significa que tenha desistido de lutar pela vida. A luta é um princípio cristão, inclusive. Vivo dia após dia de forma plena. Até porque nem o melhor médico do mundo é capaz de prever o dia da morte de seu paciente. Isso cabe a Deus, exclusivamente. O senhor se deu conta da comoção nacional que tem provocado? Não há fortuna no mundo capaz de retribuir o carinho dos brasileiros. Sou um privilegiado. Você não imagina a quantidade de manifestações afetuosas que tenho recebido. Um dia desses me disseram que, ao morrer, iria encontrar meu pai, falecido há mais de cinquenta anos. Aquilo me emocionou profundamente. Se for para me encontrar com mamãe e papai, quero morrer agora. A esperança de encontrar pessoas queridas é um alento muito grande – e uma grande razão para não ter medo do momento da morte. O senhor se tornou mais devoto com a doença? Sou de família católica, mas nunca fui de ir à missa. Nem agora faço isso. Quando a coisa aperta, rezo o pai-nosso. Ultimamente, tenho rezado umas duas, três vezes ao dia. Se recebesse a notícia de que foi curado, o que faria primeiro? Abraçaria a Mariza e diria: "Muito obrigado por ter cuidado tão bem de mim".


Imagem do Google

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Licor de Jabuticaba Caseiro

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Ingredientes

4 kilos de jabuticaba

lavadas
2 kilos de açucar
4 litros de pinga



Modo de PreparoEm um recepiente amasse as jabuticabas,coloque o açucar e a
pinga.
Deixe descansar por 30 dias.
Coar em uma toalha branca limpa.
Colocar em garrafas.
Deixe descansar mais 60 dias para consumir.

terça-feira, 26 de julho de 2011

O Ritual do Fogo


Nice Baêta

Meus queridos.
Hoje enquanto procurava uns papeis que desapareceram no meio da minha bagunça.
Decidi fazer uma pajelança.
Me senti como uma feiticeira
Peguei notas antigas, duas agendas uma de 2006 outra de 2008, contas, recibos,
Milhares de papeis, rascunhos, esboços, muitos cálculos, cadernos amarelados, receitas, cartas, planos...
Minha gente como guardamos coisas...
Lembranças umas boas outras ruins...
Acho que até que há uma certa dose de nostalgia nisto.
Mas é chegada a hora de aliviar o fardo.
Abrir para novas idéias e desentulhar o coração e as gavetas.
Que venha o novo.
Que venha o desapego...
Queimei tudo...
Revirei as cinzas...
Depois que estavam frias...
Transformei em adubo...
Adubo de lembranças.

Mudanças
Vanusa
Composição: Vanusa e Sérgio Sá
Hoje eu vou mudar
Vasculhar minhas gavetas
Jogar fora sentimentos
E ressentimentos tolos.

Fazer limpeza no armário
Retirar traças e teias
E angústias da minha mente
Parar de sofrer
Por coisas tão pequeninas
Deixar de ser menina
Pra ser mulher!

Hoje eu vou mudar
Por na balança a coragem
Me entregar no que acredito
Pra ser o que sou sem medo.

Dançar e cantar por hábito
E não ter cantos escuros
Pra guardar os meus segredos
Parar de dizer:

"Não tenho tempo pra vida
Que grita dentro de mim
Me libertar!"

(DECLAMANDO)

Hoje eu vou mudar
Sair de dentro de mim
E não usar somente o coração
Parar de cobrar os fracassos
Soltar os laços
E prender as amarras da razão!

Voar livre
Com todos os meus defeitos
Pra que eu possa libertar
Os meus direitos
E não cobrar dessa vida
Nem rumos e nem decisões!

Hoje eu preciso
e vou mudar
Dividir no tempo
E somar no vento
Todas as coisas
Que um dia sonhei
conquistar,

Porque sou mulher
Como qualquer uma
Com dúvidas e soluções
Com erros e acertos
Amor e desamor.

Suave como a gaivota
E ferina como a leoa
Tranqüila e pacificadora
Mas ao mesmo tempo
Irreverente e revolucionária!

Feliz e infeliz
Realista e sonhadora
Submissa por condição
Mas independente por opinião,

Porque sou mulher
Com todas as incoerências
Que fazem de nós
Um forte sexo fraco!

(CANTANDO)

Hoje eu vou mudar
Vasculhar minhas gavetas
Jogar fora sentimentos
E ressentimentos tolos.

Fazer limpeza no armário
Retirar traças e teias
E angústias da minha mente
Parar de sofrer
Por coisas tão pequeninas
Deixar de ser menina
Pra ser mulher!

Eu vou mudar!
Eu vou mudar!
Eu vou mudar pra valer!

Eu vou mudar!
Eu vou mudar!
Eu preciso!
Eu preciso mudar!



Esta foto foi tirada na Região do Baêta,

próximo a região de Carandaí e Barbacena - MG.

Esta epóca eu ainda não fazia Rituais de Purificação.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Carnaval

Carandaí - Minas Gerais

Imagens do site da Prefeitura
Começou a noite de sábado dia 26 de fevereiro o Caranfolia 2011 com a eleição da Rainha do Caranfolia . O Calçadão esteve lotado , cada folião torceu pela sua candidata preferida que representará a beleza carandaiense. Quatro candidatas disputaram o título : Denise(Bloco do Flamengo) , Janaína (representante da Escola de Samba da Palmeira) , Poliana (bloco do Beijo) e Katiane (representante
da Escola de Samba Bafo da Minhoca), sendo a vencedora a representante da escola de samba da Palmeira , Janaína .O Governo de Carandaí inovou e antecipou a folia que começou dia 26 e terminará dia 8 de março com muita alegria e segurança .
http://www.carandai.mg.gov.br/
Imagem retirada do blog:
http://marciapaschoallin.blogspot.com/
Márcia Paschoallin (escritora de Livros infantis) e
Thiago (carnavalesco da Escola de Samba Bafo da Minhoca).
Gostaria de ter Postado
alguma imagem sobre a Escola de Samba da Palmeira. Mas não consegui
nenhuma, nem mensão sobre o samba enredo. Se achar eu coloco.

Imagens do Google
* * *

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