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terça-feira, 1 de maio de 2012

Mochilão por Portugal e Espanha



Eu e meus amigos acabamos de voltar de um mochilão de

 trem pela Espanha e Portugal. Tenho certeza de que nosso

 itinerário foi brilhante! Viajamos por dois meses, aproveitamos

 as belas paisagens, relaxamos e rimos juntos.


Madri
Começamos em Madrid por dois dias. Foi um começo caro,
mas nos ajudou a encarar essa aventura com mais calma e
planejarmos melhor o começo da nossa viagem. Gostamos
muito da capital, que é ótima para relaxar e se divertir. Minha
melhor recordação foi o Gijon Cafe, onde todos os artistas e
escritores costumavam se encontrar.
Bilbao
Quase não fomos para Bilbao, mas fiquei tão feliz que
 conseguimos ir. Foi uma longa viagem de trem, cerca de
5 horas, mas conhecemos algumas pessoas que estavam
indo surfar. Fizemos amizade e ficamos com eles.
 Tivemos momentos maravilhosos por duas semanas.
O surfe foi incrível! Comer na praia, à noite, também
foi demais!  Conhecemos também o museu Guggenheim,
 o qual queríamos ver por causa de sua bela arquitetura.
Barcelona
Barcelona é uma cidade incrível e não queríamos mais sair de lá.
 Curtiamos as festas pela noite adentro, já que o pessoal não sai de
 casa antes das 22 horas. Mesmo aproveitando as baladas todas as
noites, ainda tivemos energia para conhecer a Sagrada Família e
Las Ramblas, a principal rua comercial. Mas deveríamos ter
aproveitado mais o nosso tempo, já que tivemos uma
semana, e ela não foi suficiente. Vamos ter que voltar!
Valencia e Sevilha
De Barcelona pegamos o trem rumo a Valência, onde ficamos em uma
 das três praias de lá por duas semanas. Comemos frutos do mar,
apreciamos a paisagem e depois fomos para Sevilha. Lá foi o
 lugar em que realmente sentimos que, finalmente, tínhamos chegado
à Espanha! É realmente um lugar único. Sua atmosfera tinha
um ar diferente, relaxante.
Nos sentimos um pouco mal por não explorar muito Valência, por isso,
procuramos corrigir isso em Sevilha e conhecemos a catedral principal
 e Plaza de Espana (Praça da Espanha, em português), que foi incrível.
 A praça era enorme! E como o sol estava absolutamente escaldante,
procuramos almoçar na sombra.
Lisboa e a praia
Até mesmo a estação de trem em Lisboa é um edifício muito legal.
Fizemos o mais engraçado e divertido passeio naqueles carrinhos
amarelos (GoCartours.com). Dá para acomodar duas pessoas e há
um guia de GDS de áudio para acompanhar. Foi hilário. Só era difícil
 subir os morros nesses carrinhos, já que não são tão potentes.
Mas dirigir pela beira-mar foi fácil e muito legal. Até paramos para
 tomar uma cerveja e curtir um pouco.
Também fomos ao Museu de Arte Moderna, que valeu a pena.
Depois disso, pegamos o trenzinho do litoral à Praia do Guincho
e fizemos duas semanas de surfe. O local é perto de Cascais,
uma vila típica de pescadores. Ficamos em um hotel que nunca
 vamos esquecer! Ele ficava de frente para o mar mais gelado que
 já senti, tinha uma piscina, pássaros nas gaiolas, fontes e fotos
 de famosos nas paredes. Tentamos fazer kite surfing também,
 o que foi realmente demais.
Acredito que deu para todo mundo descansar e ter ótimos
momentos. À noite, subimos o morro para uma vila e encontramos
 um restaurante local, no qual voltamos algumas vezes depois.
Acho que foi o final perfeito para a viagem e todos rimos muito
 sobre o tempo que passamos juntos e essa experiência nos fez
ainda mais amigos.
Minha dica: esses países são muito quentes no verão, então é
melhor levar chapéus, protetor solar e beber cerveja bem gelada!

0 THOUGHTS ON “MOCHILÃO POR PORTUGAL E ESPANHA


http://blog.raileurope.com.br/wordpress/archives/62

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Quero saber como faço para visitar outros países europeus estando já na Europa.?Estou indo pra Portugal e quero saber se preciso tirar visto pra ir à Espanha, Inglaterra, etc. Se sim, qual o procedimento. 

Resposta:
  • As fronteiras entre os países do Espaço Schengen são livres, isto é, dificilmente você será abordada por agentes imigratórios nas estradas e estações de trem.

    Nos aeroportos o controle é maior.

    Para entrar na Europa sempre sem maiores problemas, basta seguir estas normas impostas por eles.

    O brasileiro não necessita de visto de turismo para até 90 dias de permanência nos países do Espaço Schengen.

    Os países integrantes do Espaço Schengen são: Áustria, Bélgica, Dinamarca, Estônia, Finlândia, França, Alemanha, Grécia, Hungria, Islândia, Itália, Letônia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Holanda, Noruega, Polônia, Portugal, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, República Tcheca e Suécia.

    Escócia, Inglaterra, Irlanda, Bulgária, Chipre, País de Gales, Irlanda do Norte, Romênia e Suíça não fazem parte do Espaço Schengen, mas adotam a mesma política de isenção de visto de turismo para brasileiros até 90 dias.

    Espanha e Inglaterra costumam ser os países mais exigentes com a entrada de turistas brasileiros.

    A isenção de visto de turismo não exime os turistas brasileiros do cumprimento de algumas formalidades de entrada na Europa, a saber:

    1) passaporte com validade superior a 6 meses na data da viagem;
    2) passagem aérea de ida e volta confirmada com permanência máxima de 90 dias;
    3) comprovante de hospedagem, reserva de passeios, aluguel de carro, enfim, todo documento que comprove intuito de fazer turismo apenas;
    4) seguro de viagem internacional com cobertura mínima de € 30 mil Euros;
    5) comprovante de meios financeiros para manter-se lá durante a viagem. De um modo geral, é exigido comprovação de que você tenha no mínimo € 50,00 Euros ou outra moeda vigente no país de destino, por dia de permanência declarada no país e por pessoa.

    Além disso, alguns países costumam exigir a comprovação de um valor extra, em média € 300,00 euros por cada entrada no país, como é o caso da Espanha.

    Estas regras de obrigatoriedade do seguro de saúde e do comprovante de meios financeiros variam de país para país.

    Quem viaja a Europa a convite de alguém ou participará de evento, deve obrigatoriamente apresentar na imigração uma carta-convite, escrita pelo cidadão daquele país que convida ou que tenha autorização legal para viver lá. Se for evento, a carta deve ser redigida pela empresa organizadora. Para mais informações sobre esta carta, consulte o consulado ou embaixada do país de destino aqui no Brasil.

Castelo di Neuschsweinstein

Fonte(s):

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Bacalhau com Batatas - Semana Santa



Bolo de Batata Com Recheio de Bacalhau e Espinafres
A lista das receitas para fazer, vai longa.
No outro dia ao passar uma vista de olhos, na lista dos “pendentes”, esta receita já estava no fundo e sempre havia alguma que passava à frente.
Resolvi então fazê-la e fiquei muito satisfeita com o resultado.

Ingredientes:
5 batatas médias para cozer
Água
Sal
400gr de bacalhau fresco
40gr de margarina
40gr de farinha maisena
+/- 2 dl de leite
4 ovos
pimenta, noz moscada
50gr queijo parmesão
50gr margarina
1 cebola pequena
500gr de espinafres
Margarina
Maionese
Preparação:Coza as batatas em água temperada com sal. Coza-as até estarem macias.
Ao mesmo tempo, coloque o bacalhau a cozer noutro tacho cerca de 7 minutos. Escorra e reserve. Ligue o forno a 200º.
Escorra a água das batatas, e reduza a puré. Junte a margarina e a farinha maisena e misture muito bem. Adicione o leite e misture bem até incorporar.
Parta os ovos, junte as gemas ao puré e mexa muito bem. Tempere com sal, pimenta, noz-moscada e o queijo parmesão ralado.
Bata as claras em castelo bem firme e envolva-as delicadamente no puré da batata.
Leve ao lume a cebola bem picada com a margarina e refogue até ficar transparente. Junte os espinafres e deixe cozinhar cerca de 5 minutos. Escorra a água, junte o bacalhau desfiado e sem pele nem espinhas. Reserve.
Espalhe metade do puré numa forma redonda e com mola, previamente untada com manteiga. Por cima espalhe o recheio do bacalhau, deixando a toda a volta um margem de 2 cm.
Cubra com o restante puré, barre levemente a superfície com maionese e leve ao forno cerca de 20 minutos ou até ficar dourara por cima.
Sirva acompanhado com salada

http://paladaresdaisa.blogspot.com/


Nota:
A massa do puré fica muito fofa, que quase parece um suflê.
Pode também optar por rechear com restos de carne.

A receita original veio de Portugal.

sábado, 26 de março de 2011

Bolo de Batata Com Recheio de Bacalhau e Espinafres

A lista das receitas para fazer, vai longa.
No outro dia ao passar uma vista de olhos, na lista dos “pendentes”, esta receita já estava no fundo e sempre havia alguma que passava à frente.
Resolvi então fazê-la e fiquei muito satisfeita com o resultado.

Ingredientes:
5 batatas médias para cozer
Água
Sal
400gr de bacalhau fresco
40gr de margarina
40gr de farinha maisena
+/- 2 dl de leite
4 ovos
pimenta, noz moscada
50gr queijo parmesão
50gr margarina
1 cebola pequena
500gr de espinafres
Margarina
Maionese
Preparação:Coza as batatas em água temperada com sal. Coza-as até estarem macias.
Ao mesmo tempo, coloque o bacalhau a cozer noutro tacho cerca de 7 minutos. Escorra e reserve. Ligue o forno a 200º.
Escorra a água das batatas, e reduza a puré. Junte a margarina e a farinha maisena e misture muito bem. Adicione o leite e misture bem até incorporar.
Parta os ovos, junte as gemas ao puré e mexa muito bem. Tempere com sal, pimenta, noz-moscada e o queijo parmesão ralado.
Bata as claras em castelo bem firme e envolva-as delicadamente no puré da batata.
Leve ao lume a cebola bem picada com a margarina e refogue até ficar transparente. Junte os espinafres e deixe cozinhar cerca de 5 minutos. Escorra a água, junte o bacalhau desfiado e sem pele nem espinhas. Reserve.
Espalhe metade do puré numa forma redonda e com mola, previamente untada com manteiga. Por cima espalhe o recheio do bacalhau, deixando a toda a volta um margem de 2 cm.
Cubra com o restante puré, barre levemente a superfície com maionese e leve ao forno cerca de 20 minutos ou até ficar dourara por cima.
Sirva acompanhado com salada

http://paladaresdaisa.blogspot.com/



Nota:
A massa do puré fica muito fofa, que quase parece um suflê.
Pode também optar por rechear com restos de carne.

A receita original veio de Portugal.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Bolo de Reis, A lenda , A tradição e a História

-

O Bolo de reis, sendo quase presença obrigatória em todas as mesas da época natalícia. Este bolo está repleto de simbologia. Não é por acaso que tem forma de coroa e brilho nas suas frutas cristalizadas. Reza a lenda que este doce representa os presentes oferecidos pelos Reis Magos ao Menino Jesus quando do seu nascimento. A côdea simbolizava o ouro, as frutas secas e cristalizadas representavam a mirra, e o aroma do bolo assinalava o incenso.Ainda na base do imaginário, a existência duma fava também tem a sua explicação: Quando os Reis Magos viram a Estrela de Belém que anunciava o nascimento de Cristo, disputaram entre si qual dos três teria a honra de ser o primeiro a entregar ao menino os presentes que levavam.Como não conseguiram chegar a um acordo e com vista a acabar com a discussão, um padeiro confeccionou um bolo escondendo no interior da massa uma fava.De seguida cada um dos três Magos do Oriente pegaria numa fatia.O Rei Mago que tivesse a sorte de retirar a fatia contendo a fava seria o que ganharia o direito de entregar em primeiro lugar os presentes a Jesus. O dilema ficou solucionado, embora não se saiba se foi, Gaspar, Baltazar, ou Belchior o feliz contemplado.É claro que isto é só uma lenda, históricamente falando, a versão é bem diferente.Aproveitando um inocente jogo de crianças, os Romanos inseriram a sua prática nos banquetes durantes os quais se procedia à eleição do rei da festa, que consistia em escolher entre si um rei tirando-o à sorte com favas, por isso designado por vezes também rei da fava. A Igreja Católica aproveitou o fato de aquele jogo ser característica do mês de Dezembro e decidiu relacioná-lo com a Natividade e com a Epifania, ou seja, com os dias 25 de Dezembro e 6 de Janeiro. A influência da Igreja na Idade Média determinou que esta última data fosse designada por Dia de Reis e simbolizada por uma fava introduzida num bolo, cuja receita se desconhece.Havia ainda a tradição de que os cristãos deveriam comer 12 Bolos Reis, entre o Natal e o Dia de Reis, festa que muito cedo começou a ser celebrada na côrte dos reis de França.O Bolo Rei terá, aliás, surgido neste país no tempo de Luis XIV para as festas do Ano Novo e Dia de Reis. Vários escritores da época escreveram sobre esta iguaria, até mesmo Greuze celebrou-o num famoso quadro, com o nome de Gâteau dês Róis.Com a Revolução Francesa em 1789 este bolo foi proibido, “como mais tarde iria acontecer em Portugal”, só que os pasteleiros que tinham um excelente negócio em mãos em vez de o eliminarem decidiram continuar a confeccioná-lo chamando-lhe Gâteau dês Sans-cullotes.Com isto parece não haver dúvidas que o Bolo Rei tem verdadeiras origens francesas, apesar do Bolo Rei popularizado em Portugal no século passado não ter a ver com o bolo simbólico da festa dos reis existente na maior parte das províncias francesas a norte do rio Loire, na região de Paris, onde o bolo é uma rodela de massa folhada recheada de creme.O nosso Bolo Rei segue a receita a sul de Loire, um bolo em forma de côroa feito de massa leveda.Acrescenta-se que ambos os bolos continham uma fava simbólica, podendo ser um objecto de porcelana.Tanto quanto se sabe, a primeira casa onde se vendeu Bolo Rei em Portugal foi em Lisboa na Confeitaria Nacional, por volta do ano de 1870, bolo esse feito pelo afamado confeiteiro Gregório através duma receita que Baltazar Castanheiro Júnior trouxera de Paris.Durante a Quadra Natalícia a Confeitaria Nacional oferecia aos lisboetas uma exposição de tudo quanto de mais delicado e original a arte dos doces podia então produzir. A pouco e pouco, outras confeitarias também passaram a fabricá-lo o que deu origem a várias versões.No Porto foi posto à venda pela primeira vez em 1890 por iniciativa da Confeitaria Cascais feito segundo receita que o proprietário Francisco Júlio Cascais trouxera de Paris.Assim o Bolo Rei atravessou com êxito os reinados da rainha D. Maria II e dos reis D. Pedro, D. Luis, D. Carlos e D. Manuel II.Vieram depois o Estado Novo de Salazar e Marcelo Caetano e a Revolução de 25 de Abril de 1974.Mas foi com a proclamação da República em 5 de Outubro de 1910 que vieram os piores tempos para o Bolo Rei ficando em risco a sua existência, tudo por causa da palavra “rei”, símbolo do poder supremo que numa lógica de hoje nos faz rir. Ora morto este símbolo, o bolo tinha que desaparecer ou mascarar-se para evitar a guerra que lhe podia ser feita. Os confeiteiros partiram do principio de que negócio é negócio e política é política e continuaram a fabricar o bolo sob outra designação.Os menos imaginativos deram-lhe o nome de ‘ex-bolo rei’, mas a maioria chamou-lhe bolo de Natal ou bolo de Ano Novo.A designação de bolo Nacional seria a melhor, uma vez que remetia para a confeitaria que o tinha introduzido em Portugal, e também por estar relacionado com o país o que ficava bem em período revolucionário.Não contentes com nenhuma destas idéias os republicanos mais radicais chamaram-lhe bolo Presidente até houve quem se chamasse bolo Arriaga.Não se sabe como reagiu o Presidente da República, mas convenhamos que a homenagem não tivesse sido a melhor.Passado esse período negro, a história deste bolo tem sido um sucesso.A receita do Bolo Rei correu mundo, muito contribui para isso a fama que o bolo ganhou por proporcionar expectativa a quem comesse a fatia que continha a fava ou o brinde.A fava amaldiçoada pelos sacerdotes Egípcios que a viam como alojamento para os espíritos é considerado o elemento negativo, representando uma espécie de azar, tendo quem a encontra duas opções: Assumir o pagamento do próximo bolo ou correr perigo de engoli-la.Por sua vez o brinde era colocado no bolo com o objetivo de presentear os convidados com quem se partilhava o bolo.Havia quem colocasse nos bolos pequenas adivinhas complicadas por sinal, mas cuja recompensa seria meia libra de ouro.Porem outros incluíam propositadamente as moedas de ouro na massa, por uma forma requintada de agradecimento, como se o próprio bolo não chegasse. Infelizmente com o passar do tempo o brinde passou a ser um pequeno objeto metálico sem outro valor que não o do símbolo e pouco evidente para a maioria das pessoas. Como não bastasse, as leis comunitárias ditaram o fim da tradição, proibindo que no interior do bolo se encontre uma fava ou um brinde.Mesmo assim o Bolo Rei continua a ser um símbolo da época Natalícia, e hoje os confeiteiros e pasteleiros não se poupam a esforços na sua promoção, por isso se enchem de clientes para adquirir o rei das iguarias nesta quadra festiva,O Bolo Rei não se limita a ser um bolo com gosto agradável, ele é na verdade um verdadeiro símbolo desta época!Depois de conhecer a história deste bolo não fica com vontade de comer uma fatia?
Aproveite !
* * *
Teresa HenriquesCake & Chocolate Designer nas Caldas da Rainha.
Retirado do Jornal das Caldas Caldas da Rainha (08 de Dezembro de 2008).
Óbidos, Alfeizerão, São Martinho do Porto, Benedita, Bombarral, Peniche e Cadaval, Oeste.
* * *
Hoje além de ser o dia da Epifania do Senhor, é dia dos Três Reis Magos e o décimo segundo dia de Natal. Com um grande interesse de popularizar esta festa tão esquecida nas nossas grandes cidades, tivemos a idéia de oferecer a receita do Bolo do dia de Reis para enriquecer sua festa de

Bolo Santos Reis:

engredientes:

4 e 1/2 xícaras (chá) de farinha de trigo
2 tabletes de fermento biológico
1 xícara (chá) de açúcar
4 colheres (sopa) de leite
5 ovos
3 colheres (sopa) de vinho do Porto
2 colheres (sopa) de casca de laranja ralada
1/2 xícara (chá) de azeite de oliva
1/2 xícara (chá) de uva passa sem semente
4 colheres (sopa) de amêndoas picadas
4 colheres (sopa) de nozes picadas
1 xícara (chá) de frutas cristalizadas
100 g de cerejas cristalizadas
4 colheres (sopa) de açúcar de confeiteiro

Modo de Preparo:

Em uma tigela, peneire a farinha de trigo e reserve.
Em uma tigela misture o fermento e 3 colheres (sopa) de açúcar até obter uma pasta.
Misture o leite aquecido e 4 colheres (sopa) de farinha de trigo.
Cubra a tigela com filme plástico e deixe crescer por 15 minutos.
Coloque em outra tigela 4 ovos, o vinho do porto e as raspas de laranja
e bata rapidamente com um batedor manual. Reserve.
Em uma superfície lisa, coloque a farinah de trigo restante e faça uma cavidade no centro.
Junte o azeite de oliva (reserve 1/2 colher de sopa) e o açúcar restante.
Com as pontas dos dedos misture até obter uma farofa.
Acrescente a massa crescida e misture. Junte, aos poucos, os ovos batidos e
sove a massa por 5 minutos.
Adicione as uvas passas, as amêndoas, as nozes e metade das frutas cristalizadas. Misture delicadamente e transfira a massa para uma tigela.
Cubra com filme plástico e deixe crescer por 1 hora.
Em seguida, modele a massa, formando um anel, de modo que no centro tenha 15cm de diâmetro.
Transfira a massa para uma assadeira para pizza com 30cm de diâmetro,
untada com o azeite reservado.
Deixe crescer por mais 30 minutos.
Ligue o forno à temperatura média.
Distribua sobre a massa o restante das frutas cristalizadas e as cerejas. Pressione ligeiramente com os dedos e pincele toda a superfície com o ovo restante batido.
Leve o bolo ao forno por 40 minutos, ou até que enfiando um palito ele saia limpo. Retire do forno, desenforme ainda morno e disponha em um prato grande.
Em seguida, distribua por cima o açúcar de confeiteiro em montinhos.
Se preferir, no momento de servir coloque fios de ovos na parte central do bolo.

Glacê :

• 2 colheres (sopa) de suco de limão
• 2 colheres (sopa) de leite quente
• 2 xícaras (chá) de açúcar de confeiteiro


Misture o açúcar de confeiteiro com o leite quente e o suco de limão e despeje sobre o bolo. Decore com cerejas e folhinhas feitas com figo ou limão cristalizado.

* * *

* * *

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