"Não vês que somos viajantes? E tu me perguntas: "O que é viajar?" Eu respondo com uma palavra; É avançar! Experimentas isto em ti. Que nunca te satisfaças com aquilo que és, para que sejais um dia aquilo que ainda não és. Avança sempre; não fiques parado no caminho." (Santo Agostinho)
domingo, 24 de julho de 2011
O Adeus Amy Winehouse
Fotos do Google
Poderia também ser Amy... cava a própria cova... Mas gosto de pensar que cavamos a própria sorte...Atráves das escolhas que fazemos no decorrer da nossa vida... Todo ato ou atitude tem consequencias. Se cavamos em busca de ouro ou em busca de cova. Cada um escolhe o seu caminho. Quem falou que viver é fácil? Viver e assumir riscos...
Poderia também ser Amy... cava a própria cova... Mas gosto de pensar que cavamos a própria sorte...Atráves das escolhas que fazemos no decorrer da nossa vida... Todo ato ou atitude tem consequencias. Se cavamos em busca de ouro ou em busca de cova. Cada um escolhe o seu caminho. Quem falou que viver é fácil? Viver e assumir riscos...
Fica o registro de uma voz maravilhosa e uma personalidade intensa e pertubada.Saudade da diva pop.
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Aniversário do Pai
Estamos comemorando o aniversário do meu pai e os dois anos de sucesso tratamento do câncer da minha mãe. Estamos vencendo está Guerra.
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Pai
Fábio Jr.
Composição: Fábio Jr.
Pai!
Pode ser que daqui a algum tempo
Haja tempo prá gente ser mais
Muito mais que dois grandes amigos
Pai e filho talvez...
Pai!
Pode ser que daí você sinta
Qualquer coisa entre
Esses vinte ou trinta
Longos anos em busca de paz...
Pai!
Pode crer, eu tô bem
Eu vou indo
Tô tentando, vivendo e pedindo
Com loucura prá você renascer...
Pai!
Eu não faço questão de ser tudo
Só não quero e não vou ficar mudo
Prá falar de amor
Prá você...
Pai!
Senta aqui que o jantar tá na mesa
Fala um pouco tua voz tá tão presa
Nos ensine esse jogo da vida
Onde a vida só paga prá ver...
Pai!
Me perdoa essa insegurança
É que eu não sou mais
Aquela criança
Que um dia morrendo de medo
Nos teus braços você fez segredo
Nos teus passos você foi mais eu...
Pai!
Eu cresci e não houve outro jeito
Quero só recostar no teu peito
Prá pedir prá você ir lá em casa
E brincar de vovô com meu filho
No tapete da sala de estar
Ah! Ah! Ah!...
Pai!
Você foi meu herói meu bandido
Hoje é mais
Muito mais que um amigo
Nem você nem ninguém tá sozinho
Você faz parte desse caminho
Que hoje eu sigo em paz
Pai! Paz!...
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Bolo de morango com cobertura de chocolate
Ingredientes
4 ovos, claras e gemas separadas
4 colheres (sopa) de manteiga
2 xícaras (chá) de açúcar
1 ½ xícara (chá) de amido de milho (Maizena)
1 ½ xícara (chá) de farinha de trigo
1 colher (sopa) de fermento em pó
1 xícara (chá) de leite
1 pitada de sal
1 caixinha de morangos
1 xícara (chá) de açúcar cristal
Cobertura
200 g de chocolate ao leite em barra
1 caixinha longa vida de creme de leite
Morangos para decorar
Modo de fazer:
1. Na batedeira, bata as claras em neve com uma pitada de sal e reserve.
2. Lave a batedeira e use-a novamente para bater a manteiga com o
açúcar e as gemas até a mistura ficar cremosa.
3. Acrescente o amido de milho peneirado com a farinha de trigo e o
fermento, alternando com o leite. Por último, misture as claras em
neve delicadamente.
4. Unte uma forma redonda com manteiga e polvilhe com o açúcar cristal.
5. Forre o fundo da forma com metades de morangos, colocando o lado
não cortado para baixo.
6. Em seguida, despeje a massa. Coloque em forno médio por uns
20 minutos.
Cobertura
1. Corte a barra de chocolate em pedaços e coloque no forno de microondas por 2 minutos para derreter.
2. Depois de derretido, misture o creme de leite. Derrame por cima do
bolo
http://www.colmagno.com.br/culinaria/receita203.htm
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Pai
terça-feira, 12 de julho de 2011
Receita pra se Comer Queijo
Imagem do Google
Rubem Alves
A Adélia Prado me ensina pedagogia. Diz ela: “Não quero faca nem queijo; quero é fome”. O comer não começa com o queijo. O comer começa na fome de comer queijo. Se não tenho fome é inútil ter queijo. Mas se tenho fome de queijo e não tenho queijo, eu dou um jeito de arranjar um queijo...
Sugeri, faz muitos anos, que para se entrar numa escola alunos e professores deveriam passar por uma cozinha. Os cozinheiros bem que podem dar lições aos professores. Foi na cozinha que a Babette e a Tita realizaram suas feitiçarias... Se vocês, por acaso, ainda não as conhecem, tratem de conhecê-las: a Babette, no filme “ A festa de Babette” e a Tita no filme “ Como água para chocolate”. Babette e Tita, feiticeiras, sabiam que os banquetes não se iniciam com a comida que se serve. Eles se iniciam com a fome. A verdadeira cozinheira é aquela que sabe a arte de produzir fome...
Quando vivi nos Estados Unidos minha família e eu visitávamos, vez por outra, uma parenta distante, nascida na Alemanha. Seus hábitos germânicos eram rígidos e implacáveis. Não admitia que uma criança se recusasse a comer a comida que era servida Meus dois filhos, meninos, movidos pelo medo, comiam em silêncio. Mas eu me lembro de uma vez em que, voltando para casa, foi preciso parar o caro para que vomitassem. Sem fome o corpo se recusa a comer. Forçado, ele vomita.
Toda experiência de aprendizagem se inicia com uma experiência afetiva. É a fome que põe em funcionamento o aparelho pensador. Fome é afeto. O pensamento nasce do afeto, nasce da fome. Não confundir afeto com beijinhos e carinhos. Afeto, do Latim “affetare”, quer dizer “ir trás”. O “afeto” é o movimento da alma na busca do objeto de sua fome. É o “eros” platônico, a fome que faz a alma voar em busca do fruto sonhado.
Eu era menino. Ao lado da pequena casa onde eu morava havia uma casa com um pomar enorme que eu devorava com os olhos, olhando sobre o muro. Pois aconteceu que uma árvore cujos galhos chegavam a dois metros do muro se cobriu de frutinhas que eu não conhecia. Eram pequenas, redondas, vermelhas, brilhantes. A simples visão daquelas frutinhas vermelhas provocou o meu desejo. Eu queria comê-las. E foi então que, provocada pelo meu desejo, minha máquina de pensar se pôs a funcionar. Anote isso: o pensamento é a ponte que o corpo constroi a fim de chegar ao objeto do seu desejo.
Se eu não tivesse visto e desejado as ditas frutinhas minha máquina de pensar teria permanecido parada Imagine que a vizinha, ao ver os meus olhos desejantes sobre o muro, com dó de mim me tivesse dado um punhado das ditas frutinhas, pitangas. Nesse caso também minha máquina de pensar não teria funcionado. Meu desejo teria se realizado por meio de um atalho sem que eu tivesse tido necessidade de pensar. Anote isso: se o desejo for satisfeito a máquina de pensar não pensa. Assim, realizando-se o desejo, o pensamento não acontece. A maneira mais fácil de abortar o pensamento é realizando o desejo. Esse é o pecado de muitos pais e professores que ensinam as respostas antes que tivesse havido perguntas.
Provocada pelo meu desejo minha máquina de pensar me fez uma primeira sugestão, criminosa. “Pule o muro à noite e roube as pitangas.” Furto, fruto, tão próximos... Sim, de fato era uma solução racional. O furto me levaria ao fruto desejado. Mas havia um senão: o medo. E se eu fosse pilhado no momento do meu furto? Assim, rejeitei o pensamento criminoso, pelo seu perigo. Mas o desejo continuou e minha máquina de pensar tratou de encontrar outra solução: “ Construa uma maquineta de roubar pitangas”. McLuhan nos ensinou que todos os meios técnicos são extensões do corpo. Bicicletas são extensões das pernas, óculos são extensões dos olhos, facas são extensões das unhas. Uma maquineta de roubar pitangas teria de ser uma extensão do braço. Um braço comprido, com cerca de dois metros. Peguei um pedaço de bambu. Mas um braço comprido de bambu sem uma mão seria inútil: as pitangas cairiam. Achei uma lata de massa de tomates vazia. Amarrei-a com um arame na ponta do bambu. E lhe fiz um dente, que funcionasse como um dedo que segura. Feita a minha máquina apanhei todas as pitangas que quis e satisfiz meu desejo. Anote isso: conhecimentos são extensões do corpo para a realização do desejo.
Imagine agora que eu, mudando-me para um apartamento no Rio de Janeiro, tivesse a idéia de ensinar ao menino meu vizinho a arte de fabricar maquinetas de roubas pitangas. Ele me olharia com desinteresse e pensaria que eu estava louco. No prédio não havia pitangas para serem roubadas. A cabeça não pensa aquilo que o coração não pede. Anote isso: conhecimentos que não são nascidos do desejo são como uma maravilhosa cozinha na casa de um homem que sofre de anorexia. Homem sem fome: o fogão nunca será aceso. O banquete nunca será servido. Dizia Miguel de Unamuno: “ Saber por saber: isso é inhumano...” A tarefa do professor é a mesma da cozinheira: antes de dar faca e queijo ao aluno, provocar a fome... Se ele tiver fome mesmo que não haja queijo ele acabará por fazer uma maquineta de roubar queijos.
Sugeri, faz muitos anos, que para se entrar numa escola alunos e professores deveriam passar por uma cozinha. Os cozinheiros bem que podem dar lições aos professores. Foi na cozinha que a Babette e a Tita realizaram suas feitiçarias... Se vocês, por acaso, ainda não as conhecem, tratem de conhecê-las: a Babette, no filme “ A festa de Babette” e a Tita no filme “ Como água para chocolate”. Babette e Tita, feiticeiras, sabiam que os banquetes não se iniciam com a comida que se serve. Eles se iniciam com a fome. A verdadeira cozinheira é aquela que sabe a arte de produzir fome...
Quando vivi nos Estados Unidos minha família e eu visitávamos, vez por outra, uma parenta distante, nascida na Alemanha. Seus hábitos germânicos eram rígidos e implacáveis. Não admitia que uma criança se recusasse a comer a comida que era servida Meus dois filhos, meninos, movidos pelo medo, comiam em silêncio. Mas eu me lembro de uma vez em que, voltando para casa, foi preciso parar o caro para que vomitassem. Sem fome o corpo se recusa a comer. Forçado, ele vomita.
Toda experiência de aprendizagem se inicia com uma experiência afetiva. É a fome que põe em funcionamento o aparelho pensador. Fome é afeto. O pensamento nasce do afeto, nasce da fome. Não confundir afeto com beijinhos e carinhos. Afeto, do Latim “affetare”, quer dizer “ir trás”. O “afeto” é o movimento da alma na busca do objeto de sua fome. É o “eros” platônico, a fome que faz a alma voar em busca do fruto sonhado.
Eu era menino. Ao lado da pequena casa onde eu morava havia uma casa com um pomar enorme que eu devorava com os olhos, olhando sobre o muro. Pois aconteceu que uma árvore cujos galhos chegavam a dois metros do muro se cobriu de frutinhas que eu não conhecia. Eram pequenas, redondas, vermelhas, brilhantes. A simples visão daquelas frutinhas vermelhas provocou o meu desejo. Eu queria comê-las. E foi então que, provocada pelo meu desejo, minha máquina de pensar se pôs a funcionar. Anote isso: o pensamento é a ponte que o corpo constroi a fim de chegar ao objeto do seu desejo.
Se eu não tivesse visto e desejado as ditas frutinhas minha máquina de pensar teria permanecido parada Imagine que a vizinha, ao ver os meus olhos desejantes sobre o muro, com dó de mim me tivesse dado um punhado das ditas frutinhas, pitangas. Nesse caso também minha máquina de pensar não teria funcionado. Meu desejo teria se realizado por meio de um atalho sem que eu tivesse tido necessidade de pensar. Anote isso: se o desejo for satisfeito a máquina de pensar não pensa. Assim, realizando-se o desejo, o pensamento não acontece. A maneira mais fácil de abortar o pensamento é realizando o desejo. Esse é o pecado de muitos pais e professores que ensinam as respostas antes que tivesse havido perguntas.
Provocada pelo meu desejo minha máquina de pensar me fez uma primeira sugestão, criminosa. “Pule o muro à noite e roube as pitangas.” Furto, fruto, tão próximos... Sim, de fato era uma solução racional. O furto me levaria ao fruto desejado. Mas havia um senão: o medo. E se eu fosse pilhado no momento do meu furto? Assim, rejeitei o pensamento criminoso, pelo seu perigo. Mas o desejo continuou e minha máquina de pensar tratou de encontrar outra solução: “ Construa uma maquineta de roubar pitangas”. McLuhan nos ensinou que todos os meios técnicos são extensões do corpo. Bicicletas são extensões das pernas, óculos são extensões dos olhos, facas são extensões das unhas. Uma maquineta de roubar pitangas teria de ser uma extensão do braço. Um braço comprido, com cerca de dois metros. Peguei um pedaço de bambu. Mas um braço comprido de bambu sem uma mão seria inútil: as pitangas cairiam. Achei uma lata de massa de tomates vazia. Amarrei-a com um arame na ponta do bambu. E lhe fiz um dente, que funcionasse como um dedo que segura. Feita a minha máquina apanhei todas as pitangas que quis e satisfiz meu desejo. Anote isso: conhecimentos são extensões do corpo para a realização do desejo.
Imagine agora que eu, mudando-me para um apartamento no Rio de Janeiro, tivesse a idéia de ensinar ao menino meu vizinho a arte de fabricar maquinetas de roubas pitangas. Ele me olharia com desinteresse e pensaria que eu estava louco. No prédio não havia pitangas para serem roubadas. A cabeça não pensa aquilo que o coração não pede. Anote isso: conhecimentos que não são nascidos do desejo são como uma maravilhosa cozinha na casa de um homem que sofre de anorexia. Homem sem fome: o fogão nunca será aceso. O banquete nunca será servido. Dizia Miguel de Unamuno: “ Saber por saber: isso é inhumano...” A tarefa do professor é a mesma da cozinheira: antes de dar faca e queijo ao aluno, provocar a fome... Se ele tiver fome mesmo que não haja queijo ele acabará por fazer uma maquineta de roubar queijos.
Toda tese acadêmica deveria ser isso: uma maquineta de roubar o objeto que se deseja...
Pão de Queijo Receita
enviada por Daniela Garcia
30min
5 porções
• Ingredientes
• 4 copos(americanos)de polvilho doce (500g)
• 1 colher de (sopa) fondor maggi ou sal a gosto
• 2 copos de (americano)de leite (300ml)
• 1 copo (americano) de óleo (150 ml)
• 2 ovos grandes ou 3 pequenos
• 4 copos (americano) de queijo minas meia cura ralado
• óleo para untar
• Tabela de conversão de medidas Imprimir lista de compras Adicionar ao
meu livro Mais receitas
como esta
•
• Modo de Preparo
1. Colocar o polvilho em uma tigela grande
2. à parte, aquecer o fondor, o leite e o óleo
3. Quando ferver escaldar o polvilho com essa mistura, mexer muito bem para desfazer pelotinhas
4. Deixe esfriar
5. Acrescentar os ovos um a um, alternando com o queijo e sovando bem após cada adição
6. Untar as mãos com óleo, se necessário
7. Enrolar bolinhos de 2 (cm) de diâmetro e colocá-los em uma assadeira untada
8. Levar ao forno médio (180º), pré-quecido
9. Assar até ficarem douradinhos
http://tudogostoso.uol.com.br/receita/2228-pao-de-queijo-mineiro.html
30min
5 porções
• Ingredientes
• 4 copos(americanos)de polvilho doce (500g)
• 1 colher de (sopa) fondor maggi ou sal a gosto
• 2 copos de (americano)de leite (300ml)
• 1 copo (americano) de óleo (150 ml)
• 2 ovos grandes ou 3 pequenos
• 4 copos (americano) de queijo minas meia cura ralado
• óleo para untar
• Tabela de conversão de medidas Imprimir lista de compras Adicionar ao
meu livro Mais receitas
como esta
•
• Modo de Preparo
1. Colocar o polvilho em uma tigela grande
2. à parte, aquecer o fondor, o leite e o óleo
3. Quando ferver escaldar o polvilho com essa mistura, mexer muito bem para desfazer pelotinhas
4. Deixe esfriar
5. Acrescentar os ovos um a um, alternando com o queijo e sovando bem após cada adição
6. Untar as mãos com óleo, se necessário
7. Enrolar bolinhos de 2 (cm) de diâmetro e colocá-los em uma assadeira untada
8. Levar ao forno médio (180º), pré-quecido
9. Assar até ficarem douradinhos
http://tudogostoso.uol.com.br/receita/2228-pao-de-queijo-mineiro.html
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Pão de queijo de liquidificador
Massa
1 xícara (chá) de leite
3 xícaras (chá) de polvilho doce
3 unidade(s) de ovo
3/4 xícara(s) (chá) de óleo de soja
1 colher (chá) de sal
1 xícara (chá) de parmesão ralado
Massa
Bata tudo no liqüidificador todos ingredientes exceto o queijo , depois misture (sem bater) com uma colher a xícara de chá de queijo. Coloque em forminhas untadas com óleo, polvilhe queijo ralado e leve ao forno bem quente até ficar dourado.
http://cybercook.terra.com.br/pao-de-queijo-de-liquidificador.html?codigo=5282
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Rubem Alves
Samba da Minha Terra
Diogo Nogueira
Imagem do Google
Vazio
(está Faltando Uma Coisa Em Mim)
Está faltando uma coisa em mim
E é você amor, tenho certeza, sim
Nossos momentos foram algo mais
Sem eles hoje eu não tenho paz
Eu vou parar num canto
E me perguntar se vai compensar
Todo esse pranto que carrego
E eu nego que eu dou
Ah! Esse amor...
Está fazendo tanta falta no meu mundo
Vou me perguntar: está?
Está faltando uma coisa em mim
E é você amor, tenho certeza, sim
Nossos momentos foram algo mais
Sem eles hoje eu não tenho paz
Eu não sou de aço
Pois o laço forte,
Um convívio bom tem seu lugar
E, como a vida passa,
Me resta somente tomar a decisão
De levantar o pano do meu barco
E navegar juntinhos
Está faltando uma coisa em mim
E é você amor, tenho certeza, sim
Nossos momentos foram algo mais
Sem eles hoje eu não tenho paz
Eu vou parar num canto
E me perguntar se vai compensar
Todo esse pranto que carrego
E eu nego que eu dou
Ah! Esse amor...
Está fazendo tanta falta no meu mundo
Vou me perguntar: está?
Está faltando uma coisa em mim
E é você amor, tenho certeza, sim
Nossos momentos foram algo mais
Sem eles hoje eu não tenho paz
Eu não sou de aço
Pois o laço forte,
Um convívio bom tem seu lugar
E, como a vida passa,
Me resta somente tomar a decisão
De levantar o pano do meu barco
E navegar juntinhos
Está faltando uma coisa em mim
E é você amor, tenho certeza, sim
Nossos momentos foram algo mais
Sem eles hoje eu não tenho paz...
http://www.vagalume.com.br/diogo-nogueira/vazio-esta-faltando-uma-coisa-em-mim.html#ixzz1RvT9nTxh
Está faltando uma coisa em mim
E é você amor, tenho certeza, sim
Nossos momentos foram algo mais
Sem eles hoje eu não tenho paz
Eu vou parar num canto
E me perguntar se vai compensar
Todo esse pranto que carrego
E eu nego que eu dou
Ah! Esse amor...
Está fazendo tanta falta no meu mundo
Vou me perguntar: está?
Está faltando uma coisa em mim
E é você amor, tenho certeza, sim
Nossos momentos foram algo mais
Sem eles hoje eu não tenho paz
Eu não sou de aço
Pois o laço forte,
Um convívio bom tem seu lugar
E, como a vida passa,
Me resta somente tomar a decisão
De levantar o pano do meu barco
E navegar juntinhos
Está faltando uma coisa em mim
E é você amor, tenho certeza, sim
Nossos momentos foram algo mais
Sem eles hoje eu não tenho paz
Eu vou parar num canto
E me perguntar se vai compensar
Todo esse pranto que carrego
E eu nego que eu dou
Ah! Esse amor...
Está fazendo tanta falta no meu mundo
Vou me perguntar: está?
Está faltando uma coisa em mim
E é você amor, tenho certeza, sim
Nossos momentos foram algo mais
Sem eles hoje eu não tenho paz
Eu não sou de aço
Pois o laço forte,
Um convívio bom tem seu lugar
E, como a vida passa,
Me resta somente tomar a decisão
De levantar o pano do meu barco
E navegar juntinhos
Está faltando uma coisa em mim
E é você amor, tenho certeza, sim
Nossos momentos foram algo mais
Sem eles hoje eu não tenho paz...
http://www.vagalume.com.br/diogo-nogueira/vazio-esta-faltando-uma-coisa-em-mim.html#ixzz1RvT9nTxh
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Portela,
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Vazio (está Faltando Uma Coisa Em Mim)
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Um certo galileu
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Padre Zézinho,
Um certo galileu,
Zézinho
domingo, 10 de julho de 2011
O Samba Bate Outra Vez - Vander Lee - Zé da Guiomar
Fotos do Google
Inspiração
Já no Samba
Eu e o Tutti Maravilha (Apresentador do Programa Bazar Maravilha - Programa de Música Brasileira, de segunda a sexta de 14:00h as 16:00h -na Rádio Inconfidencia - Belo Horizonte - MG)
Vander Lee - Show Lado Bamba
Galo e Cruzeiro
Vander Lee
Composição: Vander Lee
Minha Preta não fala comigo
desde primeiro de janeiro
Ela me deu a mala eu fui dormir na sala,
fiquei sem dinheiro
Não tem mais feijoada, nem vaca atolada,
rabada ou tropeiro
Já fez greve de cama diz que não me ama,
quebrou meu pandeiro
Na hora do cruzamento, ela deu impedimento
ou falta no goleiro
Pra aumentar meu tormento, meu irmão,
eu sou Galo e ela é Cruzeiro
Caí de centro-avante, pra médio-volante,
agora sou zagueiro
No último domingo ela foi jogar bingo
e eu fiquei de copeiro
Ela fala, eu me calo, ela canta de galo
lá no meu terreiro
Ela apita esse jogo, ela é quem bota fogo
no nosso palheiro
Ela finge que não, mas no seu coração
ainda sou artilheiro
Só faz isso porque, meu irmão,
eu sou Galo e ela é Cruzeiro
Ela finge que não, mas no seu coração
ainda sou artilheiro
Só faz isso porque, meu irmão,
eu sou Galo e ela é Cruzeiro.
Vander Lee
Composição: Vander Lee
Minha Preta não fala comigo
desde primeiro de janeiro
Ela me deu a mala eu fui dormir na sala,
fiquei sem dinheiro
Não tem mais feijoada, nem vaca atolada,
rabada ou tropeiro
Já fez greve de cama diz que não me ama,
quebrou meu pandeiro
Na hora do cruzamento, ela deu impedimento
ou falta no goleiro
Pra aumentar meu tormento, meu irmão,
eu sou Galo e ela é Cruzeiro
Caí de centro-avante, pra médio-volante,
agora sou zagueiro
No último domingo ela foi jogar bingo
e eu fiquei de copeiro
Ela fala, eu me calo, ela canta de galo
lá no meu terreiro
Ela apita esse jogo, ela é quem bota fogo
no nosso palheiro
Ela finge que não, mas no seu coração
ainda sou artilheiro
Só faz isso porque, meu irmão,
eu sou Galo e ela é Cruzeiro
Ela finge que não, mas no seu coração
ainda sou artilheiro
Só faz isso porque, meu irmão,
eu sou Galo e ela é Cruzeiro.
Depois do Samba - Exausta mais feliz.
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Vander Lee,
Zé da Guiomar
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