sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Dança do Bastão ou Bengala - Sugestões de Nomes


A Dança do Bastão é a versão feminina de uma dança masculina chamada Tahtib.
É conhecida também como Raks Al Assaya. É uma dança folclórica, alegre, mais graciosa que a masculina.
É geralmente dançada ao som do ritmo Said, podendo também ser dançada com os ritmos Baladi e Maqsoum. Said é o nome de uma região ao norte do Egito, local de onde se originou tal dança.
Movimentos delicados onde as mulheres apenas manejam o bastão demonstrando suas habilidades com o objeto, usando-o também como uma “moldura” para mostrar o corpo durante a execução de seus movimentos.
As mulheres demonstram toda sua habilidade girando o bastão de várias formas sempre com muito charme e delicadeza. Ao dançar, a bailarina demonstra destreza, equilíbrio e sensualidade, e sua expressão deve ser de alegria.
A vestimenta cobre o ventre, como um vestido, que pode ser de vários modelos, com abertura lateral, ou não, justo ou mais folgado, entre outros. Acessórios como xales, cintos, enfeites de cabeça, brincos de medalhas são bem-vindos.
A curva da bengala deve estar geralmente pra baixo durante a dança. Mas também cabe lembrar que há bengalas sem essa curva, que se assemelham mais a um bastão. Qualquer um desses modelos é apropriado para dançar.



http://www.centraldancadoventre.com.br/

DANÇA DO BASTÃO OU BENGALA - "RAKS EL ASSAYA"
Esta dança foi inspirada no TAHTIB (Tahtib é uma dança masculina, onde os homens se enfeitavam como pavões e simulavam uma luta entre si, usando esta dança para mostrar sua força e postura e desviavam dos golpes de acordo com o ritmo da música).
A bengala era utilizada por pastores, e quando eles tinham que ir para a guerra deixavam a missão pastoril para suas mulheres e filhos. Quando retornavam das batalhas notavam que o número de ovelhas aumentava e eram bem saudáveis, então os homens da tribo injuriados demonstravam com a bengala sua destreza com as mãos. Eles dançavam nas festas utilizando a bengala com movimentos bem másculos que mais pareciam uma luta que uma dança, só que as mulheres dançavam utilizando a mesma coisa com graciosidade e sensualidade e neste campo os homens não podiam competir.
Durante a dança, a mulher apresenta toda a sua habilidade, equilíbrio e charme. Costuma-se chamar esta dança feminina de Raks El Assaya (Dança da Bengala). As mulheres começaram a dançar de brincadeira nas festas apenas para satirizar os homens, mas esta dança folclórica acabou sendo introduzida nos grande espetáculos de dança do ventre pelo coreógrafo Mahmound Redá. Fifi Abdo teria sido a primeira grande dançarina a apresentar performances com a bengala.


Na dança feminina a força é sublime e a graça é essencial. O bastão ou bengala é usado para emolduras os movimentos e gestos adotados para este ritmo da dança. Ela pode até simular uma luta, só que com muita graciosidade .
Para dançar com o bastão não é qualquer ritmo, o usado é o Said ou Maalub el Balady, nome originário de El Saaid, no Alto Egito. É um ritmo 4/4 e possui muitas variações. As músicas desta dança seguem uma linha egípcia, alegre e com batidas específicas.
A roupa típica utilizada na dança da bengala é um vestido fechado, o qual o ventre da dançarina fica coberto, podendo ser justo ou mais folgado, preso pôr um cinturão e bem folgado para a liberdade de movimentos que a própria dança exige, com aberturas laterais, medalhões, chalés, lenços na cabeça e moedas. Usa-se vestido nesta dança para lembrar as esposas dos pastores, os quais, tangiam rebanhos com bastões e ao final do dia, já nas aldeia ou oásis, em volta das fogueiras, dançavam alegremente com suas mulheres.
Os movimentos mais usados com bastão são giros verticais, horizontais e transversais, sempre em harmonia com o trabalho dos quadris, busto e cabeça, requebrando habilidade e jogo de corpo da bailarina. São utilizados nesta dança muitos passos saltados e movimentos de ombros.
Texto por: Estela Cerwinski e Hind Said
http://www.hindsaid.com.br/



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Sugestões de Nomes para Dançarinas
Origem Árabe
Amar - lua
Anadil - Rouxinóis
Aziza – preciosa, rara.
Azhar – flores
Fadila – generosa
Farida – única, singular
Haidara – Leoa
Hanad – nome de uma princesa nobre
Halua - bonita, linda
Hanuja – mimada, meiguinha
Hassenah – bela e bondosa
Layla – noite
Malika – rainha
Najma – estrela
Nureen – luz
Rashieka – descendente de realeza
Sadyia – boa fortuna
Shamsa – sol
Shu’la – brilho, chama
Yosefa – feminino de Youssef ( José)
Zahra – rosa ( flor)
Zanuba – graciosa
Zuhra – corpo celestial

Origem Turca
Aymelek – anjo da lua
Binnaz – encantadora
Daima – eterna e bela
Defne – loureiro
Dilek – desejo
Emel – ambição
Esmer – morena
Firuze – turquesa
Gulbadan – corpo rosa
Hanife – dama
Harika – maravilhosa
Hayl – sonho
Hazine – tesouro
Hafiza – memória
Halila – amiga querida
Hulya – devaneio
Íris – flor de íris
Kadife – veludo
Kadriya – destino
Kardelen – neve
Laleh – tulipa
Melek – anjo
Nefsi – maravilhosa
Neham – dama feliz
Rafiyyah – elevada
Rahibe – monja
Sadira – árvore de lotus
Sara – princesa nobre
Yesim – Jade
Origem Muçulmana
Aanisa – coração piedoso
Aisha – vida , viva
Amira – princesa
Aneesh – companheira
Ashia – favorita de Mohamed
Adara – princesa, nobre
Bahira – esplendida
Basimah – sorridente
Duha – manhã
Daulah – rica de felicidade
Fahda – pantera, lince
Faghira – flor de jasmim
Gulnar – flor de romã
Habibah – querida , amada
Hadiyah – valiosa
Hana – felicidade, paz
Hafsa – leoa jovem
Hakima- julgadora
Jawara – amor, paz
Ihsham – caridade
Jalilah – grandiosa
Jamelah – elegante , bela
Jwahir – mulher dourada
Jamine – favorecida
Kahina –princesa, guerreira
Khawala – dançarina
Kaamilah – perfeita
Kamra – lua
Karima – dama generosa
Karemah – valor incalculável
Layla – cabelos negros
Lubina – flexível
Maryan – Mãe de Sayyidona
Morgana – habitante do mar
Munirah – conselheira
Nadima – amiga, companheira
Naadirah – preciosa
Najah – segura, salvadora
Najibah – excelente
Najla – olhos grandes
Nargis – flor de narciso
Nasirah – assistente
Nasreen – rosa branca
Najlah – feminina
Nitzah – botão de flor
Nura – flor do Egito
Qamar – a lua
Rafiga – meu amor
Raiaa – esperança
Rakhshanda – brilhante
Ranaa – ver, olhar
Ra’naa – amável , graciosa
Radhiya – agradável
Raheemah – aficionada
Raissa – rosa
Rashida – inteligente
Rawiyah – narradora de histórias
Salihah – virtuosa
Samia – nobre, eminente
Samira- contadora de histórias
Samiyah - entusiasmada
Sanobar – pinheiro(árvore)
Sauda – negra, preta
Shabanna – jovem dama
Shaheena – falcão
Shakira – graciosa
Shala – flor de narciso, olhos verdes
Shameelah – botão de flor
Shamina – brisa suave
Surayyah – feliz, tranqüila
Suhailah – tenda grande
Tahira – pura
Tahiyyah – aclamada
Tayyibah – doce, pura, casta
Turrayya – estrela
Yaminah –mão direita
Yasmin – flor de jasmim
Zahira – mimoso botão de flor
Zahra – rosa ( flor)
Zulaikha – belíssima
Origem Africana
Alika – linda
Almas- diamante
Anakiya – rosto doce
Amani – paz
Eshe – Vida
Malaika – anjo
Malkia – rainha
Raziya – doçura
Origem Grega
Amara – paraíso
Charis – graciosa
Chrystal – cintilante
Daphne – loureiro
Melanie – negra
Melissa- abelha
Naiade- Maré alta
Tabitta - gazela
Origem Hebraica
Adrienne – menina de Adira
Arella – anjo, mensageira
Ariel – anjo de Deus
Ariela – anjo de Deus
Avivit – lilás
Civia – cor rosa
Dahra – misericordiosa
Delila – pobre, cabelo
Devra – abelha
Etana – forte
Gabi – Deus é minha força
Ghazala – graciosa
Hadara – bela, bonita
Mahaila – dançarina
Mahira – energética
Mehira – energética
Michaela – Deusa
Mirit – vinho doce
Nasya – miraculosa
Olehah – tenda
Raya – fragrância
Riesa – o mesmo que Teresa
Sabra – nascida na Israel moderna
Safira – Pedra
Shara – o mesmo que sharon
Talia – orvalho
Temirah – alta, ereta
Zabrina – forma para Sabrina
Zimra – mérito
Origem Persa
Benazir – oculta, nunca vista
Dilshad – coração alegre
Hurize – donzela do paraíso
Jale – gota de orvalho
Ghazala – graciosa
Leilah – cabelos negros
Mahin –lunar
Mahliga – anjo
Mahtab – luar
Malika – admiradora da lua
Moyna –gentil
Melek – anjo
Nahid – Venus, deusa do amor
Nazli – beldade
Shakarnaz – doçura
Shakufa – momento em que o botão da flor se abre
Shamsa – sol
Shazadi – princesa
Shirin – doçura
Soraya – constelação, estrela
Tahmina – esposa de famoso poeta
Tamarah – fruta de tâmara
Tamra - fruta de tâmara
Origem Latim
Dione- Diana
Larissa – alegre, feliz
Mirra- poderosa
Sabina – tribo antiga
Samara – semente de olmuro
Origem Egípicia
Gamila – bonita
Gawazee – cigana
Ghawazee – cigana
Manzuma – poesia
Nefer – Nefertite
Nyla – princesa do Egito


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Tudo O Que é Pesado Flutua No Ár

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Imagem do Google

A mesa onde trabalho tem onze gavetas: cinco de cada lado e uma no meio. Nas gavetas laterais eu coloco as idéias que me aparecem, rabiscadas em pedaços de papel, cada uma delas no lugar que lhe pertence. Tem a gaveta da poesia, da psicanálise, das estórias infantis, da educação. Havendo tempo e desejo a gente vai lá, põe tudo em ordem, e a bagunça vira um livro. A gaveta do meio é diferente. Nela eu não arquivo idéias. Guardo objetos, os mais estranhos e inesperados. Por exemplo, um saquinho de bolinhas de gude. Para quê? Não sei. Faz tempo que não jogo gude.
Acho que as guardei lá pela mesma razão que os namorados de outros tempos colocavam uma flor entre as páginas de um livro: para preservar um momento de felicidade, perdido.
Junto com as bolinhas de gude moro eu, menino que só existe como saudade. De todas as gavetas, acho que esta e a que mais se parece com a nossa cabeça, baú entulhado com memórias de felicidades que tivemos. No mais das vezes tudo fica esquecido, na gaveta e no baú, pois as pressões da realidade deixam pouco tempo para o devaneio.
Mas, vez por outra, uma imagem inesperada faz acordar os objetos adormecidos. Eles se mexem, vem a saudade, e a gente se põe a procurá-los. Não e por isto que temos álbuns de retratos? Arquivos paralisados de felicidades perdidas que retornam quando de novo os vemos.
Pois foi o que aconteceu com minhas bolinhas de gude. E a culpada foi a Mariana. Acontece que ela começou a descobrir o mundo, e dentre todas as infinitas formas que a natureza esbanja, foi das bolinhas que ela se enamorou. Via bolinhas em tudo: ervilhas, moedas, brincos, botões, cerejas, lua, estrelas. Com o seu dedinho ia apontando enquanto a boca repetia a palavra mágica. Foi então que me lembrei das minhas bolinhas de gude. Escarafunchei a gaveta da saudade e fiz-lhe esta espantosa revelação: também eu brincava com bolinhas.
Uma menininha e três bolinhas de gude. Ela brinca. Seus olhos e seus gestos revelam uma enorme alegria.
Pois há tantas coisas divertidas que podem ser feitas com bolinhas: podem ser roladas na mão, podem ser roladas no chão, podem ser jogadas para cima, podem ser batidas umas nas outras, podem ser escondidas. As bolinhas são suas professoras. Estão lhe dizendo: Vê? O mundo é assim, como nós, bolinhas, brinquedos. O mundo é um grande brinquedo.
Tantas coisas divertidas se podem fazer com ele. O mundo é para ser brincado. Os adultos não sabem os professores não percebem: o mundinho da menina com as três bolinhas de gude resume tudo o de importante a ser aprendido: a vida é para ser brincada. Tudo o mais que se aprende geografia, história, física, química biologia, matemática, são bolinhas de gude: brinquedos, objetos de prazer.
Brinquedo não serve para nada. Terminado, guardam-se as bolinhas de gude no saquinho e o mundo continua como era. Nada se produziu, nenhuma mercadoria que pudesse ser vendida, não se ganhou dinheiro, não se ficou mais rico. Pelo contrário: perdeu-se. Perdeu-se tempo, perdeu-se energia. Por isto que os adultos práticos e sérios não gostam de brincar. O brinquedo é uma atividade inútil. E, no entanto, o corpo quer sempre voltar a ele. Por quê? Porque o brinquedo, sem produzir qualquer utilidade, produz alegria. Felicidade é brincar. E sabem por quê? Porque no brinquedo nos encontramos com aquilo que amamos. No brinquedo o corpo faz amor com objetos do seu desejo. Pode ser qualquer coisa: ler um poema, escutar uma música, cozinhar, jogar xadrez, cultivar uma flor, conversa fiada, tocar flauta, empinar papagaio, nadar, ficar de barriga para o ar olhando as nuvens que navegam, acariciar o corpo da pessoa amada - coisas que não levam a nada. Amar é brincar. Não leva a nada. Porque não é para levar a nada. Quem brinca já chegou. Coisas que levam a outras, úteis, rebelam que ainda estamos a caminho: ainda não abraçamos o objeto amado. Mas no brinquedo temos uma amostra do Paraíso. Dizem que o trabalho enobrece. Poucos se dão conta de que ele embota, cansa e emburrece. É certo que Deus, todo-poderoso, trabalhou seis dias para criar o mundo. Foi o mesmo que levou para tirar de dentro da gaveta dos seus sonhos as bolinhas de gude para a brincadeira da vida. Trabalhou para criar um lugar de deleite onde a vida atingisse sua expressão suprema: pura inutilidade, puro gozo, puro brinquedo. A única finalidade do saber adulto é permitir que a criança que mora em nós continue a brincar.
O mundinho da Mariana é muito pequeno. Não vai muito além dos seus braços e das suas perninhas que mal aprenderam a andar. Ela brinca com coisas: bolinhas de gude, bonecas, panelinhas. Nisto ela se parece muito com os gatinhos, cães, potros, que também gostam de brincar. Mas ela já tem uma coisa que eles não têm - uma varinha mágica de condão que fará toda a diferença: ela está aprendendo a falar. A alegria não está só quando ela tem as bolinhas em suas mãos. Ela ri ao falar o nome, mesmo que não haja bolinha alguma por perto: ela brinca com as palavras.
Bolinha, bolinha, bolinha, ela diz. E seu rosto se ilumina. Pelo poder da palavra ela é capaz de brincar com coisas ausentes. Já aprendeu o segredo da poesia.
Pois o que e um poema? É claro que não é a coisa. Se o poema fosse a coisa ele seria supérfluo, desnecessário, pura tautologia. O poema é um objeto impossível que construímos pela magia do jogo das palavras.
Isso mesmo: jogo das palavras: palavras são brinquedos. O silêncio verde dos campos... Onde já se viu isto? Silêncio verde não existe. Mas o poeta brinca com as palavras e o silêncio verde aparece. Quando a Mariana chama as ervilhas e as estrelas pelo mesmo nome, bolinha, ela revela já haver aprendido a transformação básica da fala poética, a metáfora. Pois tanto poderá ver o seu prato cheio de estrelas como poderá ver o céu como um prato divino cheio de ervilhas. E não digam
que estou indo longe demais, pois foi assim mesmo que surgiu o nome Via Láctea - as infinitas gotas do leite espirrado do seio de uma mãe divina sobre o firmamento.
Pois é: ela aprendeu a falar. E ao falar aprendeu a brincar com as palavras. E ao aprender a brincar com as palavras, ela aprendeu a brincar com coisas que não existem. E ao aprender a brincar com coisas que não existem aprendeu a pensar! Lembre-se do que disse Valéry: O pensamento é, em resumo, o trabalho que faz viver aquilo que não existe!
Pense sobre isto: um chato é uma pessoa que não sabe brincar com o inexistente. É aquela pessoa que, depois de ouvir a piada que faz todo mundo rir, faz a pergunta:
Mas isto aconteceu mesmo? Coitado. Só sabe brincar com bolinhas de vidro. Não sabe brincar com bolhas de sabão. O que me leva a enunciar o resumo de minha filosofia da educação, que só me ficou clara quando vi a Mariana brincando com as palavras:


o professor é aquele que ensina a criança a fazer flutuar suas bolinhas de vidro dentro das bolhas de sabão. Tudo o que é pesado flutua no ar.
Rubem alves

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Corrida Maluca - Fotos - Red Bull Soapbox Race

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Toledo e Companhia limitada - O carro mais lento. Será Porquê?


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O sol estava mesmo impossível! Os preços também: garrafa de água, R$3,00 e pipoca R$4,00!
Aqui fazíamos uma horinha para depois procurarmos um lugar ao sol!

A beira da pista e tostadas, o jeito era fazer cara boa. Também, depois de ver alguns carrinhos,
as gargalhadas eram inevitáveis!
Eu, ao fundo, e Patrícia estavamos aguentando firmes. --------

Etty e sua Irmã Arlinda
Belo Horizonte recebe o fantástico RedBull SoapBox com 50 equipes
Criatividade é a principal aposta das equipes para tentar faturar o Red Bull Soapbox Race, que acontece a partir das 10h30.A corrida mais louca do mundo — em que as equipes correm ladeira abaixo em seus divertidos possantes, na verdade, máquinas caseiras sem motor, com formatos, cores e tamanhos variados — acontece pela quarta vez no Brasil.
Ao todo serão 50 equipes, sendo 44 de Minas Gerais, 04 do Distrito Federal e 02 de Goiás. A prova será na Praça do Papa, local icônico e de onde se pode ter uma das melhores vistas da capital mineira.As equipes serão formadas por quatro integrantes e descerão uma pista de 450 metros de comprimento. Nesse percurso, no máximo dois participantes (piloto e co-piloto) poderão descer no carrinho.
Os outros participantes ajudarão na impulsão do bólido e na criativa performance que as equipes terão que fazer antes de se aventurarem no circuito.Após atrair 25 mil pessoas em Balneário Camboriú/SC no último mês de abril, a capital mineira receberá a quarta edição da corrida.
Em 2008, as cidades de Fortaleza/CE e Porto Alegre/RS também sediaram a competição. O acesso ao público para o Red Bull Soapbox é gratuito.
Equipe Red Bule Uai Sô vence o Red Bull Soapbox em Belo Horizonte
“A descida parecia uma montanha russa. O negócio foi não frear e apostar tudo”, explicou o piloto da equipe André Ferri. “Só participar já tinha valido a pena, mas ganhar foi três vezes melhor”, comemorou Danilo Girundi, também do quarteto vencedor. Toda a equipe ganhou como primeiro prêmio uma viagem para o Grande Prêmio do Brasil de F1.
Representando Brasília, a Regresso Nacional ficou com a segunda colocação. “A Lei de Murphy não se aplicou hoje”, brincou o piloto da equipe candanga, Orlando da Costa e Silva. “Foram 44 equipes de Minas e só quatro de Brasília. Ficar em segundo lugar é sensacional”, acrescentou.
Ele e os outros três integrantes ganharam uma viagem, com direito à Volta Rápida no carro da Red Bull Racing, para uma etapa da Stock Car. Completando o pódio, a equipe de “Beagá” Se Beber Não Dirija e Não Case , que levou um tigre e um bebê para a pista. “Depois da primeira curva, não freiei e fui direto. Ai eu percebi que tinha dado certo”, explicou o piloto João Luiz Antunes. “To tremendo até agora”, emendou.
A equipe mais rápida, que percorreu o circuito de 450 m em apenas 33s, foi o quarteto SCV, de Goiânia (GO). A cueca voadora foi a mais veloz na pista e garantiu o prêmio especial para a equipe. “Estudei o traçado o dia inteiro e não toquei no freio durante toda a descida”, afirmou Vinicius Dias, piloto da equipe goiana.
Além do menor tempo, mais dois critérios decidem a vitória no Red Bull Soapbox: criatividade do projeto e performance da equipe, esse último determinado por um júri especial formado pela campeã mundial de kitesurfe Bruna Kajiya, dos músicos Wilson Sideral e Lu Alone, da blogueira Cris Guerra e da drag queen Kayete. Marcio Garcia foi o apresentador do evento.
Nem o sol forte fez com que as 57 mil pessoas – segundo o Corpo de Bombeiros de Minas Gerais – arredasse o pé da Praça do Papa. A corrida contou com 49 equipes de dois estados, Minas Gerais e Goiás, mais o Distrito Federal.


Classificação Final:
1) Red Bule Uai Sô (André Ferri, Danilo Girundi, Isabel Vieira e André Horta, de Belo Horizonte/MG)


2) Regresso Nacional (Orlando da Costa e Silva, Alan Silva, Roberto Parente e Ronefrancis Bandeira, de Brasília/DF)


3) Se Beber Não Dirija e Não Case (João Luiz Antunes, Cirineo Borges, Marcelo Vieira e Ronnye Antunes, de Belo Horizonte/MG)


Equipe mais rápida – Prêmio Especial (Volta Rápida no Stock Car da Red Bull Racing): SCV, tempo de 33s96 (Vinicius Morais Dias, André Paulino, Jorge Luiz e Octavio Costa, de Goiânia/GO).
http://360graus.terra.com.br

Corrida Maluca em Belo Horizonte - Red Bull Soapbox Race

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Estão abertas as inscrições para o Red Bull Soapbox Race, que será realizado no dia 2 de outubro, em Belo Horizonte. Nesta corrida nada convencional, velocidade e habilidade ao volante não são os únicos elementos envolvidos e uma boa quantidade de criatividade e irreverência são fundamentais para vencer. Times de Minas Gerais, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Tocantins poderão correr ladeira abaixo a bordo de seus exóticos carros não motorizados.
Após atrair 25 mil pessoas em Balneário Camboriú (SC) no último mês de abril, a corrida mais louca do mundo reúne agora as 50 mais criativas equipes de seis estados na capital mineira. Em 2008, as cidades de Fortaleza e Porto Alegre também sediaram a competição.
O formato do Red Bull Soapbox Race é simples. Cada equipe será formada por quatro integrantes, sendo que até dois – piloto e copiloto – poderão descer a ladeira e conduzir a máquina até a linha de chegada, tendo apenas a força da gravidade como acelerador. Aos demais construtores, resta ajudar com um empurrão na largada e caprichar na apresentação temática da equipe antes de encarar o asfalto. Uma comissão de jurados avaliará os times e aquele que chamar mais atenção na abertura, for mais criativo na construção do veículo e mais veloz na descida será o campeão.
Os interessados em fazer parte da modalidade mais irreverente do automobilismo amador devem acessar o site oficial do evento - www.redbull.com.br - onde se encontram todas as informações necessárias para o envio dos projetos e o regulamento detalhado do Red Bull Soapbox Race. Moradores de qualquer cidade dos seis estados envolvidos podem se inscrever. As inscrições terminam no dia 14 de agosto e os times selecionados serão conhecidos no mesmo mês.
Red Bull Soapbox pelo mundo
A primeira corrida aconteceu em 2000, na cidade de Bruxelas, na Bélgica. Desde então, foram realizadas inúmeras edições pelo mundo. Austrália, Estados Unidos, Espanha, Polônia, Irlanda e África do Sul, entre dezenas de outros países, já receberam o Red Bull Soapbox Race. Em 2008, a cidade de Fortaleza assistiu à primeira edição brasileira do evento, onde a equipe local chamada “Elvis Não Morreu. Bebeu!” foi vitoriosa. Em setembro do mesmo ano, Porto Alegre lotou completamente o Parque Germânia para aplaudir o desempenho da equipe campeã “Gangster’s Team Gravity Racer”. Em 2011, em Balneário Camboriú, quem comemorou foi o time “Luke, Eu Sou Seu Pai”.
http://www.vrum.com.br/

Dança do Ventre no SESC BH

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Conto de Bruxas

Imagens Google



Conto 01:



Rã Gratinada
Era uma vez... numa terra muito distante...uma princesa linda, independente e cheia de auto-estima.
Ela se deparou com uma rã enquanto contemplava a natureza e pensava em como o maravilhoso lago do seu castelo era relaxante e ecológico...
Então, a rã pulou para o seu colo e disse: linda princesa, eu já fui um príncipe muito bonito.
Uma bruxa má lançou-me um encanto e transformei-me nesta rã asquerosa.
Um beijo teu, no entanto, há de me transformar de novo num belo príncipe e poderemos casar e constituir lar feliz no teu lindo castelo.
A tua mãe poderia vir morar conosco e tu poderias preparar o meu jantar, lavar as minhas roupas, criar os nossos filhos e seríamos felizes para sempre...
Naquela noite, enquanto saboreava pernas de rã sautée, acompanhadas de um cremoso molho acebolado e de um finíssimo vinho branco, a princesa sorria, pensando consigo mesma:
- Eu, hein?... nem morta!


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Conto 2:




Era uma vez uma linda moça que perguntou a um lindo rapaz:
- Você quer casar comigo?
Ele respondeu:
- NÃO!
E a moça viveu feliz para sempre, foi viajar, fez compras, conheceu muitos
outros rapazes, visitou muitos lugares, foi morar na praia, comprou outro
carro, mobiliou sua casa, sempre estava sorrindo e de bom humor, nunca lhe
faltava nada, bebia cerveja com as amigas sempre que estava com vontade e
ninguém mandava nela.
O rapaz ficou barrigudo, careca, o pinto caiu, a bunda murchou, ficou
sozinho e pobre, pois não se constrói nada sem uma MULHER.
FIM!!!
Luiz Fernando Veríssimo




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segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Pão Doce - (Enroladinho) - Pablo Neruda


Massa:

- 04 colheres de sopa cheias de açúcar refinado;
- 01 copo americano de água morna;
- 01 colher de sopa de margarina (Qualy) em temperatura ambiente;
- 03 colheres de sopa de óleo;
- 01 colher de café de sal;
- 02 ovos em temperatura ambiente;
- 50g de fermento biologico;
- 500g de farinha de trigo (Vilma).

Recheio:
- 01 parte de açúcar refinado;
- a mesma medida de margarina (Qualy).
- Canela agosto.

Modo e fazer:
Junte o óleo, o sal , o acúçar e a água morna misture
e faça a "esponja" aguarde por alguns minutos.
Junte a manteiga, os ovos e a farinha até que desgrude das mãos.
Abra a massa, rechei enrole como rocambole e
corte em pedadços. Assar a 180C.
Deixar dourar e
é só correr para o abraço.


Pablo Neruda
"Morre lentamente quem não viaja,
quem não lê, quem não ouve música,
quem não acha graça em si mesmo.
Morre lentamente quem destroe seu amor próprio,
quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito,
repetindo todos os dias o mesmo trajeto,
quem não muda de marca, não se arrisca a vestir uma nova cor,
ou não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru.
Morre lentamente quem evita uma paixão,
quem prefere o negro sobre o branco,
e os pontos sobre os iis em detrimento de um redemoinho de emoções,
justamente as que resgatam o brilho nos olhos,
sorriso dos bocejos, corações aos tropeços e sentimentos.
Morre lentamente que não vira a mesa quando não está feliz com o seu trabalho,
quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho,
quem não se permite pelo menos uma vez na vida fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente, quem passa os dias queixando-se da má sorte
ou da chuva que cai incessante.
Morre lentamente quem abandona um projeto antes de iniciá-lo,
não pergunta sobre um assunto que desconhece
ou não respondem quando indagam sobre algo que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves,
recordando sempre que estar vivo exige
um esforço muito maior que o simples fato de respirar.
Somente a perseverança fará com que conquistemos um estado
esplendido de felicidade. "

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