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domingo, 13 de julho de 2014

Esses Estrangeiros Falaram o Que Acham do Brasil


Esses Estrangeiros Falaram o Que Acham do Brasil. Você não Imagina o Que o Americano Falou

Aplaudir pôr do sol, mulher dirigir moto, falar alto e tratar namorada como empregada são só algumas coisas que eles acharam diferente no Brasil. Veja o que mais esses estrangeiros de 10 países acharam daqui.

#1 Canadense (Florent Garnerot)

  • Na praia, os brasileiros ficam de frente para o sol, e não para o mar. Achei interessante!
  • Os brasileiros se encontram, bebem juntos e dividem a conta. No Canadá, cada um paga o que consome.
  • Aqui os casais se beijam e demonstram afeto em público, o que não acontece no Canadá.
  • As mulheres sempre usam joias, maquiagem… Elas se arrumam muito.
  • Quando quero encontrar um amigo no Canadá, preciso planejar com pelo menos uma semana de antecedência. Eles precisam falar com suas mulheres, etc. No Brasil, isso é muito mais espontâneo.
O que o canadense florent garnerot achou do brasil 91e5792c

#2 Estados Unidos (Joe Bauman)

  • Quando cheguei aqui, me perguntava por que todo mundo colocava areia na comida. Depois provei e vi que tinha gosto de bacon. E finalmente comecei a colocar farofa em tudo.
  • Os brasileiros bebem muito. Todos os compromissos sociais envolvem amigos e cerveja.
  • Achei estranho ver que muitas famílias de classe média têm empregadas domésticas. Nos EUA, só os ricos têm. Fiquei um pouco desconfortável de ver que uma estranha ia fazer minha cama, lavar minha roupa ou preparar meu café da manhã.
  • Os brasileiros adoram dar comida para as visitas. É a forma de eles cuidarem de você.
  • Fiquei impressionado de saber que os adultos são obrigados a votar. Nos Estados Unidos, temos taxas vergonhosamente baixas de comparecimento nas eleições.
  • Fiquei maravilhado com as belezas naturais. As montanhas, as praias, a vegetação, tudo é diferente de onde eu moro. Não podia acreditar que existisse um parque do tamanho do da Tijuca dentro de uma grande cidade como o Rio.
  • Fiquei impressionado de saber que foram criadas tantas Constituições no país e que a versão atual recebeu tantas emendas. É muito diferente da Constituição americana, que é muito antiga e foi modificada poucas vezes.
  • Achei meio nojento ver que aqui jogam o papel higiênico na lixeira [e não no vaso sanitário]. Não fica um cheiro ruim?
  • Aqui passam muitos programas de TV americanos, mas tudo da década de 1990. Achei engraçado ver que os brasileiros adoram o seriado "Friends", que não vai ao ar nos EUA há mais de dez anos.
  • As brasileiras parecem adorar os gringos. Estranho, né? Mas achei isso ótimo. Aliás, minha parte favorita do Brasil, com certeza, foram as brasileiras. Eu me apaixonei. Mais de uma vez. Certamente voltarei um dia ao Brasil para encontrar minha futura mulher.
  • O coração e a alma deste país maravilhoso são os brasileiros. Eles queriam me mostrar tudo e se certificar de que eu tivesse uma boa experiência – e eu certamente tive!
O que o americano joe bauman achou do brasil d28ed2d7

#3 Esloveno (Luka Jesih)

  • Os brasileiros falam alto, quase gritando, e muito rápido.
  • Vocês comem MUITO. Muito mesmo. Passei uma semana com uma família brasileira e sempre tinha alguma comida ou fruta na mesa.
  • Na Europa, tudo é mais calmo. No Brasil, quando as pessoas cantam o hino, elas choram, cantam alto e com muita emoção.
O que luka jesih da eslovenia achou do brasil 378ccd4e

#4 Chileno (Richard Diaz)

  • Fiquei surpreso de ver como é rápido fazer amigos aqui, tanto na favela quanto nos condomínios mais exclusivos.
  • Percebi que os homens são muito machistas. Eles tratam as parceiras como empregadas deles, especialmente em relação às tarefas domésticas
O que richard diaz do chile achou do brasil 418391ab

#5 Ingleses (Adam Burns, David Bewick e Pete Johnston)

  • Achamos estranho ver que aqui vocês comem coração de galinha.
  • Os brasileiros são muito vivos e cheios de energia. Vocês se mexem muito, estão sempre se mexendo.
  • Vocês também sorriem muito.
O que adam burns david bewick e pete johnston da inglaterra acharam do brasil dbf1bea7

#6 Argelino (Mohamed Moulkaf)

  • Na Argélia, não há mulheres que dirigem motos.
  • Quase todas as lojas daqui parcelam as compras em várias vezes sem juros. Gostei disso. Dá para pagar o mesmo preço dividindo até em dez meses.
  • Os seguranças de banco aqui andam armados. Lá, não é assim.
O que mohamed moulkaf da argelia achou do brasil 797e5440

#7 Canadense (Kyle Dreher)

  • Quando você conhece alguém, dá dois beijinhos na bochecha. Isso é muito diferente do aperto de mão que a gente dá no Canadá.
  • Adorei o queijo coalho com orégano na praia! E o milho também! Todo dia eu comia.
  • No Brasil, as pessoas aproveitam mais a vida e o presente que no Canadá. Lá, todo mundo é muito focado em trabalho, dinheiro e status.
  • Na favela perto de onde eu estava hospedado, soltavam fogos de artifício toda hora, de dia e de noite. No começo, achei que fossem tiros de revólver, mas depois descobri que é um sinal de que as drogas estão chegando por lá. Acabei me acostumando.
O que kyle dreher do canada achou do brasil 848ec432

#8 Chileno (Rodrigo Escobar Rebolledo)

  • A amabilidade, a forma de receber as pessoas, a alegria e a simplicidade do povo brasileiro foram o que mais me chamou a atenção. Fomos tão bem recebidos em Cuiabá, que isso me marcou. Você perguntava algo e te indicavam tudo, te convidavam para churrascos.
  • Vocês sempre têm um sorriso para mostrar. Nós chilenos também somos acolhedores, mas somos mais sérios, formais, calados.
  • As garotas são lindas, carinhosas e simpáticas. Quero um dia ter uma esposa brasileira.
  • Os brasileiros são muito relaxados, mais até do que se deve, às vezes. A turma marca de se encontrar "amanhã às 10h" e ninguém aparece.
  • A parte ruim foi encontrar muita obra incabada, pelo menos em Cuiabá.
O que rodrigo escobar rebolledo do chile achou do brasil cf9e9d5a

#9 Estoniana (Elsa Saks)

  • Estranhei o arroz com feijão. No início, pensei: "É sério isso?". Mas acabei achando superdelicioso.
  • Gostei muito do pão de queijo. Tão bom! Adorei.
  • Músicos não são pagos pelo bar onde tocam, mas pelo couvert que os clientes pagam.
  • Brasileiros jantam tarde. É normal comer às 22 horas.
  • Os brasileiros não são bons em pontualidade.
O que elsa saks da estonia achou do brasil 0bdd49a2

#10 Suiço (Lukas Bärtschi)

  • Foi ótimo ver todo mundo na rua usando roupas amarelas, desde uma senhora idosa com chapéu do Brasil até uma criança com a camisa da Seleção.
  • Ficamos surpresos de ver como tudo foi bem organizado. O ônibus para o estádio, as informações para o aeroporto, tudo funcionou muito bem.
  • Muita gente se esforçava para falar inglês. Quando estive no Brasil antes, há seis anos, ninguém falava nem uma palavra.
  • Foi muito especial ver que cada estádio servia a comida típica da região. E todas eram muito gostosas.
  • As pessoas são todas alegres e recebem você de braços abertos.
O que lukas bartschi da suica achou do brasil b1dbd6fa

#11 Inglês (Daniel Lane)

  • Os brasileiros muitas vezes usam roupas muito apertadas.
  • As pessoas chegam atrasadas para tudo.
  • Vocês abraçam muito mais.
  • Vocês falam "Boa praia!" para as pessoas.
  • As pessoas são bem mais religiosas – geralmente, nós só somos religiosos quando queremos muito uma coisa: por exemplo, que nosso time avance na Copa do Mundo.
O que daniel lane da inglaterra achou do brasil 01ec4b04

#12 Americano (George Woolley)

  • As pessoas aplaudem o pôr do sol na praia do Rio. Isso nunca aconteceria nos Estados Unidos.
  • Poder beber cerveja em público também é algo que não acontece nos EUA, exceto em lugares como Nova Orleans.
  • O fato de que as pessoas são tão felizes por estarem vivas é algo muito diferente e palpável.
O que george woolley dos estados unidos achou do brasil 64656c69

Tanta coisa boa nesse país que a gente não da valor... Você concorda com eles?
http://www.videosvirais.com.br/

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Depoimento de José de Alencar - Um Grande Homem


Imagens do Google


Ser mais mais H U M I L D E faz parte do processo. Um aprendizado, este depoimento! "Estou preparado para a morte" Na semana passada, o vice-presidente da República, José Alencar, de 77 anos, deu início a mais uma batalha contra o câncer. É o 11º tratamento ao qual ele se submete na tentativa de controlar o sarcoma, um câncer agressivo e recidivo, diagnosticado pela primeira vez em 2006. A abordagem de agora consiste em quatro sessões semanais de quimioterapia. A químio foi decidida pelos médicos uma vez que o câncer de Alencar, com vários nódulos na região do abdômen, não respondeu a uma medicação ainda em fase experimental, em testes no hospital MD Anderson, centro de excelência em pesquisas oncológicas, nos Estados Unidos. Desde o início desse tratamento, em maio, o sarcoma cresceu cerca de 30%. A químio é uma tentativa de conter o alastramento do tumor. Visivelmente abatido, quase 10 quilos mais magro, Alencar recebeu a repórter Adriana Dias Lopes na sala 215 do Centro de Oncologia do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, enquanto passava pela primeira sessão de químio. O encontro durou cerca de uma hora. Nos primeiros dez minutos, o vice-presidente comeu dois hambúrgueres e tomou um copo de leite. Alencar chorou duas vezes. Ao falar de seus pais e da humildade, a virtude que, segundo ele, a doença lhe ensinou. Como o senhor está se sentindo? Está tudo ótimo: pressão, temperatura, coração e memória. Tenho apetite, inclusive só não como torresmo porque não me servem. O meu problema é o tumor. Tenho consciência de que o quadro é, no mínimo, dificílimo – para não dizer impossível, sob o ponto de vista médico. Mas, como para Deus nada é impossível, estou entregue em Suas mãos. Desde quando o senhor sabe que, do ponto de vista médico, sua doença é incurável? Os médicos chegaram a essa conclusão há uns dois anos e logo me contaram. E não poderia ser diferente, pois sempre pedi para estar plenamente informado. A informação me tranquiliza. Ela me dá armas para lutar. Sinto a obrigação de ser absolutamente transparente quando me refiro à doença em público – ninguém tem nada a ver com o câncer do José Alencar, mas com o câncer do vice-presidente, sim. Um homem público com cargo eletivo não se pertence.. O senhor costuma usar o futebol como metáfora para explicar a sua luta contra a doença. Certa vez, disse que estava ganhando de 1 a 0. De outra, que estava empatado. E, agora, qual é o placar? Olha, depois de todas as cirurgias pelas quais passei nos últimos anos, agora me sinto debilitado para viver o momento mais prazeroso de uma partida: vibrar quando faço um gol. Não tenho mais forças para subir no alambrado e festejar. Como a doença alterou a sua rotina? Mineiro costuma avaliar uma determinada situação dizendo que "o trem está bom ou ruim". O trem está ficando feio para o meu lado. Minha vida começou a mudar nos últimos meses. Ando cansado. O tratamento que eu fiz nos Estados Unidos me deu essa canseira. Ando um pouco e já me canso. Outro fato que mudou drasticamente minha rotina foi a colostomia (desvio do intestino para uma saída aberta na lateral da barriga, onde são colocadas bolsas plásticas), herança da última cirurgia, em julho. Faço o máximo de esforço para trabalhar normalmente. O trabalho me dá a sensação de cumprir com meu dever. Mas, às vezes, preciso de ajuda. Tenho a minha mulher, Mariza, e a Jaciara (enfermeira da Presidência da República) para me auxiliarem com a colostomia. Quando, por algum motivo, elas não podem me acompanhar, recorro a outros dois enfermeiros, o Márcio e o Dirceu. Sou atendido por eles no próprio gabinete. Se estou em uma reunião, por exemplo, digo que vou ao banheiro, chamo um deles e o que tem de ser feito é feito e pronto. Sem drama nenhum. O senhor não passa por momentos de angústia? Você deveria me perguntar se eu sei o que é angústia. Eu lhe responderia o seguinte: desconheço esse sentimento. Nunca tive isso. Desde pequeno sou assim, e não é a doença que vai mudar isso. O agravamento da doença lhe trouxe algum tipo de reflexão? A doença me ensinou a ser mais humilde. Especialmente, depois da colostomia. A todo momento, peço a Deus para me conceder a graça da humildade. E Ele tem sido generoso comigo. Eu precisava disso em minha vida. Sempre fui um atrevido. Se não o fosse, não teria construído o que construí e não teria entrado na política. É penoso para o senhor praticar a humildade? Não, porque a humildade se desenvolve naturalmente no sofrimento. Sou obrigado a me adaptar a uma realidade em que dependo de outras pessoas para executar tarefas básicas. Pouco adianta eu ficar nervoso com determinadas limitações. Uma das lições da humildade foi perceber que existem pessoas muito mais elevadas do que eu, como os profissionais de saúde que cuidam de mim. Isso vale tanto para os médicos Paulo Hoff, Roberto Kalil, Raul Cutait e Miguel Srougi quanto para os enfermeiros e auxiliares de enfermagem anônimos que me assistem. Cheguei à conclusão de que o que eu faço profissionalmente tem menos importância do que o que eles fazem. Isso porque meu trabalho quase não tem efeito direto sobre o próximo. Pensando bem, o sofrimento é enriquecedor. Essa sua consideração não seria uma forma de se preparar para a morte? Provavelmente, sim. Quando eu era menino, tinha uma professora que repetia a seguinte oração: "Livrai-nos da morte repentina". O que significa isso? Significa que a morte consciente é melhor do que a repentina. Ela nos dá a oportunidade de refletir. O senhor tem medo da morte? Estou preparado para a morte como nunca estive nos últimos tempos. A morte para mim hoje seria um prêmio. Tornei-me uma pessoa muito melhor. Isso não significa que tenha desistido de lutar pela vida. A luta é um princípio cristão, inclusive. Vivo dia após dia de forma plena. Até porque nem o melhor médico do mundo é capaz de prever o dia da morte de seu paciente. Isso cabe a Deus, exclusivamente. O senhor se deu conta da comoção nacional que tem provocado? Não há fortuna no mundo capaz de retribuir o carinho dos brasileiros. Sou um privilegiado. Você não imagina a quantidade de manifestações afetuosas que tenho recebido. Um dia desses me disseram que, ao morrer, iria encontrar meu pai, falecido há mais de cinquenta anos. Aquilo me emocionou profundamente. Se for para me encontrar com mamãe e papai, quero morrer agora. A esperança de encontrar pessoas queridas é um alento muito grande – e uma grande razão para não ter medo do momento da morte. O senhor se tornou mais devoto com a doença? Sou de família católica, mas nunca fui de ir à missa. Nem agora faço isso. Quando a coisa aperta, rezo o pai-nosso. Ultimamente, tenho rezado umas duas, três vezes ao dia. Se recebesse a notícia de que foi curado, o que faria primeiro? Abraçaria a Mariza e diria: "Muito obrigado por ter cuidado tão bem de mim".


Imagem do Google

domingo, 22 de janeiro de 2012

Porto Seguro - Bahia






A Quem Acredite Gnomus . . .
Eu Acredito Em Sereias. . . 

O Mar Serenou
O mar serenou quando ela pisou na areia
Quem samba na beira do mar é sereia
O pescador não tem medo
É segredo se volta ou se fica no fundo do mar
Ao ver a morena bonita sambando
Se explica que não vai pescar
Deixa o mar serenar
O mar serenou quando ela pisou na areia
Quem samba na beira do mar é sereia
A lua brilhava vaidosa
De si orgulhosa e prosa com que deus lhe deu
Ao ver a morena sambando Foi se acabrunhando então adormeceu o sol apareceu
O mar serenou quando ela pisou na areia
Quem samba na beira do mar é sereia
Um frio danado que vinha
Do lado gelado que o povo até se intimidou
Morena aceitou o desafio Sambou e o frio sentiu seu calor e o samba se esquentou
O mar serenou quando ela pisou na areia
Quem samba na beira do mar é sereia
A estrela que estava escondida
Sentiu-se atraída depois então
apareceu
Mas ficou tão enternecida Indagou a si mesma a estrela afinal será ela ou sou eu
O mar serenou quando ela pisou na areia
Quem samba na beira do mar é sereia









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