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quinta-feira, 19 de abril de 2012

Quero saber como faço para visitar outros países europeus estando já na Europa.?Estou indo pra Portugal e quero saber se preciso tirar visto pra ir à Espanha, Inglaterra, etc. Se sim, qual o procedimento. 

Resposta:
  • As fronteiras entre os países do Espaço Schengen são livres, isto é, dificilmente você será abordada por agentes imigratórios nas estradas e estações de trem.

    Nos aeroportos o controle é maior.

    Para entrar na Europa sempre sem maiores problemas, basta seguir estas normas impostas por eles.

    O brasileiro não necessita de visto de turismo para até 90 dias de permanência nos países do Espaço Schengen.

    Os países integrantes do Espaço Schengen são: Áustria, Bélgica, Dinamarca, Estônia, Finlândia, França, Alemanha, Grécia, Hungria, Islândia, Itália, Letônia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Holanda, Noruega, Polônia, Portugal, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, República Tcheca e Suécia.

    Escócia, Inglaterra, Irlanda, Bulgária, Chipre, País de Gales, Irlanda do Norte, Romênia e Suíça não fazem parte do Espaço Schengen, mas adotam a mesma política de isenção de visto de turismo para brasileiros até 90 dias.

    Espanha e Inglaterra costumam ser os países mais exigentes com a entrada de turistas brasileiros.

    A isenção de visto de turismo não exime os turistas brasileiros do cumprimento de algumas formalidades de entrada na Europa, a saber:

    1) passaporte com validade superior a 6 meses na data da viagem;
    2) passagem aérea de ida e volta confirmada com permanência máxima de 90 dias;
    3) comprovante de hospedagem, reserva de passeios, aluguel de carro, enfim, todo documento que comprove intuito de fazer turismo apenas;
    4) seguro de viagem internacional com cobertura mínima de € 30 mil Euros;
    5) comprovante de meios financeiros para manter-se lá durante a viagem. De um modo geral, é exigido comprovação de que você tenha no mínimo € 50,00 Euros ou outra moeda vigente no país de destino, por dia de permanência declarada no país e por pessoa.

    Além disso, alguns países costumam exigir a comprovação de um valor extra, em média € 300,00 euros por cada entrada no país, como é o caso da Espanha.

    Estas regras de obrigatoriedade do seguro de saúde e do comprovante de meios financeiros variam de país para país.

    Quem viaja a Europa a convite de alguém ou participará de evento, deve obrigatoriamente apresentar na imigração uma carta-convite, escrita pelo cidadão daquele país que convida ou que tenha autorização legal para viver lá. Se for evento, a carta deve ser redigida pela empresa organizadora. Para mais informações sobre esta carta, consulte o consulado ou embaixada do país de destino aqui no Brasil.

Castelo di Neuschsweinstein

Fonte(s):

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Cidade de Burano - Ítalia

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Gente eu não resiti recebi está mensagem da Jú minha irmã
e são tantas cores.Que me apaixonei...
Começei a pensar se pintasemos as nossas vilas (antigas Favelas),
com estas cores será que não mudariamos o nosso olhar?
É para se pensar. BJS, Nice.
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Burano é um característico centro de pescas, construída sobre quatro pequenas ilhas da laguna coligadas entre elas por meio de pontes.Uma das características principais da ilha è a diversidade de colores das casas: uma tradição que nasceu, talvez, como reação ao clima úmido, invernal, com a frequente presença da neblina que se distingue nesses lugares lagunares.
Além da atividade da pesca, e, naturalmente aquela do turismo, a econômia da ilha é ligada sobretudo a uma antiga tradição que é a arte do rendilhado. Esta atividade nasceu no século XVI e levou o nome de Burano em todas as maiores coleções da Europa. Esta, è uma arte que se transmite com técnicas sábias e complexas: para evitar a perda de tanta sabedoria artesanal, foi fundada uma escola do rendilhado que tem como sede o Palazzo del Podestà.O nome Burano é ligado também a dois monumentos artísticos: um antigo e outro do período de 1900.A ilha deu as boas vindas a Baldassare Galuppi em 1706, notável músico da fase de 1700: a sua carreira o trouxe primeiro a Veneza, como maestro da Capela de S. Marco, e depois até Pietroburgo na corte de Caterina II. A sua fama è também ligada à fértil colaboração com Carlo Goldoni, que transformou em músina uns vinte livros.Um outro fator cultural ligado à ilha foi a fundação da conhecida Scuola di Burano: com este termo se faz referimento a uma fase especialmente próspera da pintura veneziana do início de 1900. A sociedade deste grupo de pintores inicia-se em 1910 pela vontade de rivalizar com a escola pictórica francesa de 1800, de Barizon e de Pont- Aven. Entre os artistas que fizeram parte da iniciativa desta escola foram Gino Rossi, Umberto Moggioli, Pio Semeghini e em geral os artistas que trabalhavam no âmbito das mostras de Ca’ Pesaro. O estile adotado por estes artistas foram o uso moderno das cores, a fim de eliminar qualquer traço de sentimentalismo, uma atenciosa pesquisa a fim de transmitir uma paisagem no modo mais objetivo, simples.O intinerário ao lungo da ilha compreenderá a rua principal, mas não deixem de se perder pela “calle”, pelos pórticos, à descoberta de perspectivas e panoramas lagunares inéditos, considerando a pequena realidade dos artesãos que povoam a ilha.
A rua maior é a via Baldassarre Galoppi
Na praça principal se avista:

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O antigo Palazzo del Podestà A Igreja di S. Martino, construção de 1500 com planta a cruz latina, com três naves e teto em arco. Na sacristia um grupo importante de quadros entre os quais uma Crussificação feito por Tiepolo. De Burano è possível embarcar-se para uma visita à mística ilha de S. Francesco del Deserto:
um real oási lagunar.

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