"Não vês que somos viajantes? E tu me perguntas: "O que é viajar?" Eu respondo com uma palavra; É avançar! Experimentas isto em ti. Que nunca te satisfaças com aquilo que és, para que sejais um dia aquilo que ainda não és. Avança sempre; não fiques parado no caminho." (Santo Agostinho)
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segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Festa das Cores do Mercado
Um pouco da história
Belo Horizonte era uma jovem cidade de 31 anos quando um prefeito empreendedor resolveu reunir, num só local, os produtos destinados ao abastecimento dos seus 47.000 habitantes. Havia, nessa época, duas feiras: a feira da Praça da Estação e a feira da praça da atual rodoviária. Foi assim que o Mercado Central nasceu, em 07 de setembro de 1929. O prefeito Cristiano Machado reuniu os feirantes num terreno de 22 lotes, próximo à Praça Raul Soares, centralizando o abastecimento da cidade. As barracas de madeira se enfileiravam nos 14.000 m2 do terreno descoberto, circundado pelas carroças que transportavam os produtos.
O Mercado, então Mercado Municipal de BH, com sua atividade intensa e movimento alegre, funcionou até 1964, quando o então prefeito Jorge Carone resolveu vender o terreno, alegando impossibilidade de administrar a feira.
Para impedir o fechamento do Mercado, os comerciantes do local se organizaram liderados pelo Dico, como era conhecido o Sr. Raimundo Pereira Lima, criaram cooperativa e compraram imóvel da Prefeitura. No entanto, uma dificuldade aparecia no caminho: teriam que construir um galpão coberto, na área total do terreno; em cinco anos. Se não conseguissem, teriam que devolver a área à Prefeitura. A tarefa não foi fácil. A cada dia novas dificuldades impediam o início da construção. A 15 dias do prazo dado pela prefeitura, ainda faltava o fechamento.
Foi então que os Irmãos Osvaldo, Vicente e Milton de Araújo, fundadores do Banco Mercantil do Brasil, decidiram, acreditar no empreendimento e investiram no projeto, financiando a construção, confiados no valor do Mercado para a cidade e na amizade do administrador do Mercado, Sr. Olímpio Marteleto. Foram contratadas quatro construtoras, cada uma responsável por uma lateral, para que o galpão pudesse ser fechado no prazo estabelecido. Ao fim de 15 dias, os 14.000 m2 de terreno estavam totalmente fechados... Os associados, com seu empreendedorismo e entusiasmo, viam seu esforço recompensado.
Decidiram-se, desde cedo, por um meio democrático de escolha de seu administrador, elegendo, a cada quatro anos, 31 conselheiros e escolhendo, entre eles, um diretor - presidente, um diretor financeiro e um diretor-secretário.
Assim, bem organizado e com participação ativa dos comerciantes, o Mercado, a cada dia, ampliava suas atividades, expandia seus negócios e se transformava em um núcleo não só de produtos alimentícios, mas também de artesanato e comida típica.
Belo Horizonte era uma jovem cidade de 31 anos quando um prefeito empreendedor resolveu reunir, num só local, os produtos destinados ao abastecimento dos seus 47.000 habitantes. Havia, nessa época, duas feiras: a feira da Praça da Estação e a feira da praça da atual rodoviária. Foi assim que o Mercado Central nasceu, em 07 de setembro de 1929. O prefeito Cristiano Machado reuniu os feirantes num terreno de 22 lotes, próximo à Praça Raul Soares, centralizando o abastecimento da cidade. As barracas de madeira se enfileiravam nos 14.000 m2 do terreno descoberto, circundado pelas carroças que transportavam os produtos.
O Mercado, então Mercado Municipal de BH, com sua atividade intensa e movimento alegre, funcionou até 1964, quando o então prefeito Jorge Carone resolveu vender o terreno, alegando impossibilidade de administrar a feira.
Para impedir o fechamento do Mercado, os comerciantes do local se organizaram liderados pelo Dico, como era conhecido o Sr. Raimundo Pereira Lima, criaram cooperativa e compraram imóvel da Prefeitura. No entanto, uma dificuldade aparecia no caminho: teriam que construir um galpão coberto, na área total do terreno; em cinco anos. Se não conseguissem, teriam que devolver a área à Prefeitura. A tarefa não foi fácil. A cada dia novas dificuldades impediam o início da construção. A 15 dias do prazo dado pela prefeitura, ainda faltava o fechamento.
Foi então que os Irmãos Osvaldo, Vicente e Milton de Araújo, fundadores do Banco Mercantil do Brasil, decidiram, acreditar no empreendimento e investiram no projeto, financiando a construção, confiados no valor do Mercado para a cidade e na amizade do administrador do Mercado, Sr. Olímpio Marteleto. Foram contratadas quatro construtoras, cada uma responsável por uma lateral, para que o galpão pudesse ser fechado no prazo estabelecido. Ao fim de 15 dias, os 14.000 m2 de terreno estavam totalmente fechados... Os associados, com seu empreendedorismo e entusiasmo, viam seu esforço recompensado.
Decidiram-se, desde cedo, por um meio democrático de escolha de seu administrador, elegendo, a cada quatro anos, 31 conselheiros e escolhendo, entre eles, um diretor - presidente, um diretor financeiro e um diretor-secretário.
Assim, bem organizado e com participação ativa dos comerciantes, o Mercado, a cada dia, ampliava suas atividades, expandia seus negócios e se transformava em um núcleo não só de produtos alimentícios, mas também de artesanato e comida típica.
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segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Homenagem a Pastoral da Criança a Dra Zilda Arns - Saudades
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MENSAGEM DE DESPEDIDA
No dia 25 de agosto de 1934 nasceu esta pessoa tão especial chamada Zilda Arns. Formou-se em Medicina visando salvar crianças pobres da mortalidade infantil, da desnutrição e da violência em seu contexto familiar e comunitário. Fundadora da Pastoral da Criança no ano de 1983 e da Pastoral do Idoso em 1994, atualmente era representante da CNBB no Conselho Nacional de Saúde e Conselheira de Desenvolvimento Econômico e Social da Presidência da República. Com tantas atribuições encontrava tempo para trazer sempre uma mensagem de otimismo e esperança no jornal Mensal da Pastoral da Criança para todas as líderes do Brasil. Embora tenha recebido vários prêmios e indicada para o premio Nobel da Paz, seu mais importante troféu era carregar uma criança saudável que fora cuidada pela pastoral da criança.
Em missão no Haiti, a convite da conferencia e de autoridades civis daquele país, Dra Zilda se despediu, em pleno exercício da causa em que sempre acreditou. Ela buscou realizar na prática a missão de Jesus “Em vim para que todos tenham vida e a tenham em abundância”.
Obrigado Dra. Zilda, pela lição de amor, dedicação, compromisso e esperança que deixou em nossos corações.
No dia 25 de agosto de 1934 nasceu esta pessoa tão especial chamada Zilda Arns. Formou-se em Medicina visando salvar crianças pobres da mortalidade infantil, da desnutrição e da violência em seu contexto familiar e comunitário. Fundadora da Pastoral da Criança no ano de 1983 e da Pastoral do Idoso em 1994, atualmente era representante da CNBB no Conselho Nacional de Saúde e Conselheira de Desenvolvimento Econômico e Social da Presidência da República. Com tantas atribuições encontrava tempo para trazer sempre uma mensagem de otimismo e esperança no jornal Mensal da Pastoral da Criança para todas as líderes do Brasil. Embora tenha recebido vários prêmios e indicada para o premio Nobel da Paz, seu mais importante troféu era carregar uma criança saudável que fora cuidada pela pastoral da criança.
Em missão no Haiti, a convite da conferencia e de autoridades civis daquele país, Dra Zilda se despediu, em pleno exercício da causa em que sempre acreditou. Ela buscou realizar na prática a missão de Jesus “Em vim para que todos tenham vida e a tenham em abundância”.
Obrigado Dra. Zilda, pela lição de amor, dedicação, compromisso e esperança que deixou em nossos corações.

Mensagem da Coordenadora e Líderes da Pastoral da Criança da Paróquia Imaculado Coração de Maria e Santo Antonio
13/01/10
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Mensagem escrita por Maria José - Coordenadora Paroquial da Pastoral da Criança - Paróquia Imaculado Coração de Maria e Santo Antônio.
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segunda-feira, 23 de novembro de 2009
" Celebração da Vida " - A abelha Chocolateira
Hoje dia 22 - Comemoramos a "Celebração da Vida" em nossa comunidade.Tivemos uma novidade a apresentação da "A abelha Chocolateira" e contamos com o apóio e Érika Rodrigues e Adelson Lima.
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