sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Palavras ao Vento


Certa vez, um homem tanto falou que seu vizinho era ladrão, que o vizinho acabou sendo preso.
Algum tempo depois, descobriram que era inocente.
O rapaz foi solto, após muito sofrimento e humilhação, e processou o homem.
No tribunal, o homem disse ao juiz:
- Comentários não causam tanto mal...
E o juiz respondeu:
- Escreva os comentários que você fez sobre ele num papel. Depois pique o papel e jogue os pedaços pelo caminho de casa. Amanhã, volte para ouvir a sentença!
O homem obedeceu e voltou no dia seguinte, quando o juiz disse:
- Antes da sentença, terá que catar os pedaços de papel que espalhou ontem!
Não posso fazer isso, meritíssimo!
Respondeu o homem:
O vento deve tê-los espalhado por tudo quanto é lugar e já não sei onde estão!
Ao que o juiz respondeu:
Da mesma maneira, um simples comentário que pode destruir a honra de um homem, espalha-se a ponto de não podermos mais consertar o mal causado.
- Se não se pode falar bem de uma pessoa, é melhor que não se diga nada!
Sejamos senhores de nossa língua, para não sermos escravos de nossas palavras'.
Nunca se esqueça:
Quem ama não vê defeitos...
Quem odeia não vê qualidades...
E quem é amigo vê as duas coisas!!!

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segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Missão Mundo Novo

Dias 11,12 e 13 de Setembro participei de um retiro na missão Mundo Novo.
Foi um momento de crescimento e reflexão.
Às vezes temos que dar uma parada na correria do dia a dia.
Um momento de abastecimento. Eu tenho sentido falta de ficar comigo.
Aprendi várias coisas: a exercitar o dom das línguas;
A importância de deixar-se amar por Deus;
Da gratidão, do louvor, da prontidão. Foi muita luz.
Espero ter força para persistir e perseverar nos caminhos do Senhor.

Retiros Espirituais


Nos meus retiros espirituais descubro certas coisas tão normais
Como estar defronte de uma coisa e ficar
Horas à fio com ela, bárbara, bela, tela de TV
Você há de achar gozado Barbarela dita assim dessa maneira
Brincadeira sem nexo que gente maluca gosta de fazer
Eu diria mais tudo não passa dos espirituais sinais iniciais desta canção
Retirar tudo o que eu disse, reticenciar que eu juro
Censurar ninguém se atreve
É tão bom sonhar contigo, oh, luar tão cândido
Nos meus retiros espirituais descubro certas coisas anormais
Como alguns instantes vacilantes e só
Só com você e comigo, pouco faltando, devendo chegar
Um momento novo, vento devastando como um sonho
Sobre a destruição de tudo, que gente maluca gosta de sonhar
Eu diria sonhar com você jaz nos espirituais sinais iniciais desta canção
Retirar tudo o que eu disse, reticenciar que eu juro
Censurar ninguém se atreve
É tão bom sonhar contigo, oh, luar tão cândido
Nos meus retiros espirituais, descubro certas coisas tão banais
Como ter problemas, ser o mesmo que não
Resolver tê-los é ter, resolver ignorá-los é ter
Você há de achar gozado ter que resolver de ambos os lados
De minha equação, que gente maluca tem que resolver
Eu diria o problema se reduz aos espirituais sinais iniciais desta canção
Retirar tudo o que eu disse, reticenciar que eu juro
Censurar ninguém se atreve
É tão bom sonhar contigo, oh, luar tão cândido.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

"As duas Jóias"


“As duas jóias” - Lenda árabe.

Narra uma antiga lenda árabe, que um rabino, religioso dedicado,vivia muito feliz com sua família.Esposa admirável e dois filhos queridos.Certa vez, por imperativos da religião, o rabino empreendeu longa viagem ausentando-se do lar por vários dias.No período em que estava ausente, um grave acidente provocou a morte dos dois filhos amados.A mãezinha o coração dilacerado de dor. No entanto, por ser uma mulher forte, sustentada pela fé e pela confiança em Deus, suportou o choque com bravura.Todavia, uma preocupação lhe vinha à mente: como dar ao esposo a triste notícia? Sabendo-o portador de insuficiência cardíaca, temia que não suportasse tamanha tristeza.Lembrou-se de fazer uma prece. Rogou a Deus auxílio para resolver a difícil questão. Alguns dias depois, num final de tarde, o rabino retornou ao lar.Abraçou longamente a esposa e perguntou pelos filhos…Ela pediu para que não se preocupasse. Que tomasse seu banho e logo ela lhe falaria sobre os moços.Alguns minutos depois, estavam ambos sentados à mesa. Ela lhe perguntou sobre a viagem e logo ele perguntou novamente pelos filhos.A esposa, numa atitude um tanto embaraçada, respondeu ao marido:-Deixe os filhos; primeiro quero que me ajude a resolver um problema que considero grave.O marido, já um pouco preocupado perguntou:- O que aconteceu? Notei você abatida! Fale!Resolveremos juntos com a ajuda de Deus.-Enquanto você esteve ausente, um amigo nosso visitou-me e deixou duas jóias de valor incalculável, para que as guardasse. jóias muito preciosas! Jamais vi algo tão belo! O problema é esse! Ele vem buscá-las e eu não estou disposta a devolvê-las, pois já me afeiçoei a elas. O que você me diz?-Ora mulher! Não estou entendendo o seu comportamento! Você nunca cultivou vaidades!…Por que isso agora?-É que nunca havia visto jóias assim! São maravilhosas!-Podem até ser, mas não lhes pertence! Terá que devolvê-las.-Mas eu não consigo aceitar a idéia de perdê-las!E o rabino respondeu com firmeza: ninguém perde o que não possui. Retê-las equivaleria a roubo!-Vamos devolvê-las, eu a ajudarei. Faremos isso juntos, hoje mesmo.-Pois bem, meu querido, seja feita a sua vontade.O tesouro será devolvido. Na verdade, isso já foi feito.As jóias preciosas eram nossos filhos.-Deus os confiou à nossa guarda, e durante a sua viagem veio buscá-las.Eles se foram…O rabino compreendeu a mensagem. Abraçou a esposa, e juntos, derramaram muitas lágrimas.

Extraído do livro “Quem tem medo da morte”

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Uma Rosa, que é uma Rosa...Uma Rosa...


"Não vês que somos viajantes? E tu me perguntas: "O que é viajar?" Eu respondo com uma palavra; É avançar! Experimentas isto em ti. Que nunca te satisfaças com aquilo que és, para que sejais um dia aquilo que ainda não és. Avança sempre; não fiques parado no caminho." (Santo Agostinho)

O Anel - lenda arábe

O Anel

Um aluno chegou a seu professor com um problema:

* Venho aqui, professor, porque me sinto tão pouca coisa, que não tenho forças para fazer nada.

Dizem que não sirvo para nada, que não faço nada bem, que sou lerdo e muito idiota.

Como posso melhorar? O que posso fazer para que me valorizem mais? O professor sem olhá-lo, disse:

* Sinto muito meu jovem, mas agora não posso ajudá-lo, devo primeiro resolver meu próprio problema.

Talvez depois. E fazendo uma pausa falou:

* Se você me ajudar, eu posso resolver meu problema com mais rapidez e depois talvez possa ajudar você a resolver o seu.

* C...Claro, professor, gaguejou o jovem, mas se sentiu outra vez desvalorizado.

O professor tirou um anel que usava no dedo pequeno, deu ao garoto e disse:

* Monte no cavalo e vá ate o mercado.

Deve vender esse anel porque tenho que pagar uma dívida.

É preciso que obtenha pelo anel o máximo possível,

mas não aceite menos que uma moeda de ouro.

Vá e volte com a moeda o mais rápido possível.

O jovem pegou o anel e partiu.

Mal chegou ao mercado começou a oferecer o anel aos mercadores.

Eles olhavam com algum interesse, até quando o jovem dizia o quanto pretendia pelo anel.

Quando o jovem mencionava uma moeda de ouro, alguns riam,

outros saiam sem ao menos olhar para ele, mas só um velhinho

foi amável a ponto de explicar que uma moeda de ouro era muito valiosa para comprar um anel.

Tentando ajudar o jovem, chegaram a oferecer uma moeda de prata e

mais uma de cobre, mas o jovem seguia as instruções de não aceitar menos

que uma moeda de ouro e recusava as ofertas.

Depois de oferecer a jóia a todos que passavam pelo mercado e abatido pelo fracasso, montou no cavalo e voltou.

O jovem desejou ter uma moeda de ouro para que ele mesmo pudesse comprar o anel, assim livrando a preocupação de seu professor e assim podendo receber sua ajuda e conselhos. Entrou na casa e disse:

* Professor, sinto muito, mas é impossível de conseguir o que me pediu.

Talvez pudesse conseguir 2 ou 3 moedas de prata, mas não acho que se possa enganar ninguém sobre o valor do anel.

* Importante o que me disse meu jovem, contestou sorridente. Devemos saber primeiro o valor do anel. Volte a montar no cavalo e vá até o joalheiro. Quem melhor para saber o valor exato do anel?

Diga que quer vender o anel e pergunte quanto ele te dá por ele. Mas não importa o quanto ele te ofereça, não o venda. Volte aqui com meu anel. O jovem foi até o joalheiro e lhe deu o anel para examinar. O joalheiro examinou o anel com uma lupa, pesou o anel e disse:

* Diga ao seu professor que, se ele quer vender agora, não posso dar mais que 58 moedas de ouro pelo anel. *

58 MOEDAS DE OURO! Exclamou o jovem.

* Sim, replicou o joalheiro, eu sei que com tempo eu poderia oferecer cerca de 70 moedas,

mas se a venda é urgente...

O jovem correu emocionado a casa do professor para contar o que correu.

* Senta, disse o professor e depois de ouvir tudo que o jovem lhe contou, disse:

* Você é como esse anel, uma jóia valiosa e única.

Só pode ser avaliada por um especialista.

Pensava que qualquer um podia descobrir o seu verdadeiro valor? E dizendo isso voltou a colocar o anel no dedo.
Todos somos como esta jóia.

Valiosos e únicos e andamos por todos os mercados da vida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem.

Repense o seu valor!


domingo, 6 de setembro de 2009

Almoço de Domingo

Uma as coisas que eu gosto na minha vida e


passar momentos agradáveis com a família e amigos.


A conversa é leve e engraçada. A comida muito gostosa. Foi ótimo o Domingo.


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